Revista Amaluz - 104



Linhas Ley e o Significado de Adão - 2

Por Richard Leviton e Robert Coons



(Obs. de E.O.: Dividi o texto em
16 partes, para a INTERNET)


Malha 1746 Eletromagnética


Esta malha, a primeira expressão dimensional distante da Terra física, é o alicerce da Terra material e o que Eclesiastes chamou de "Taça Dourada." É uma duplicata de energia etérica, porém mais sutil, do físico, seja humano ou planetário, e é aqui que a maioria dos geomantes, rabdomantes e caçadores de linhas ley contemporâneos estão conduzindo suas investigações. Este corpo vitaliza e energiza o físico. É a câmara de compensação de todos os campos de energia que entram, transmitindo-os inteligentemente às matrizes corporais orgânicas (órgãos ou pontos de poder). É o canal para a consciência concentrada no físico registrar os mundos sutis de energia e influência.


Por meio do curso do corpo eletromagnético os meridianos de acupuntura, o yin (negativo, feminino) e o yang (positivo, masculino) polarizaram canais para os "dois alentos de ch’i," a energia vital penetrante, catalogada pelos chineses antigos. Estes meridianos atravessam a Terra física e o corpo humano formando uma matriz complicada e, no entanto, racionalmente precisa, que se assemelha visualmente ao sistema de metrô da cidade de Nova York nos seus trechos mais intrincados. Os acupunturistas falam de dez canais relacionados (e dois afiliados) a órgãos, 15 Luo que ligam estes meridianos principais, os oito canais de Fluxo Estranho, os 12 meridianos musculares — de tal maneira que chegam a ser documentados 59 "rios de ch’i" em textos médicos chineses avançados, com um mínimo de 365 pontos de tratamento (ou paradas do metrô) mas com até 1000 pontos potencialmente disponíveis e às vezes usados.


Por conseguinte, os veneráveis geomantes chineses, praticantes de feng shui, a impalpável ciência paisagística do "vento e água," delinearam o lung mei terrestre ("caminhos do dragão" ou linhas ley) que fluíam como um tigre branco yang nas montanhas altas ou como um dragão azul yin nas baixas colinas e vales. O ponto no qual os dois lung mei (os "dois alentos de ch’i") se encontravam, tornando-se um, era um nodo de ponto de poder, repleto de ch’i e adequado para uma sepultura real ou templo. Os mestres de feng shui a seguir colocavam inteligentemente suas "agulhas de pedra" de acupuntura nestes pontos de fusão de poder chave com o fim de purificar, harmonizar, energizar e distribuir o ch’i terrestre pela Malha segundo calendários diários, semanais, mensais, sazonais e anuais — o que é precisamente o que o acupunturista faz com suas várias minúsculas agulhas e mapas de tratamento do corpo humano.


Esta foi nossa introdução conceitual para entrar no tema da Malha 1746 Eletromagnética. O primeiro aspecto-chave dessa malha são os nodos de tratamento, ou pontos de poder, do sistema de meridianos. Eles foram descritos de diversas formas por escritores dos "Mistérios da Terra" como células de energia, pontos de coordenação, pontos de saída, vórtices de energia, portais de tempo, sistemas digestivos sutis. Um nome mais preciso é cúpulas, pois reflete claramente, se bem que de forma polêmica, a origem e propósito destes centros de energia presentes no ambiente.


Existe na Terra, afirmam os proponentes da teoria da Cúpula, um sistema de centros de cúpula, ou pálios de energia etéricos, ocupando o espaço sobre recintos sagrados (criando-os, na realidade) dos quais saem inúmeras linhas de cúpula retas curtas e espiralantes de luz que se irradiam por todo o ambiente. As linhas de cúpula ligam os centros de cúpula entre si numa malha de comunicações sutil. O ambiente sutil é caracterizado como um complicado padrão de espirais, linhas retas e círculos pulsantes de luz, como milhares de pontos piscantes de Luz de múltiplos matizes pontilhando a Terra numa teia geométrica de filamentos a fluir em todas as direções. As Cúpulas fizeram da estrutura etérica da Terra o que ela é impondo uma matriz consciente ao planeta com a finalidade de fazer da Terra um lugar conveniente à possível evolução consciente humana.


De acordo com a teoria da Cúpula, quando as Cúpulas apareceram na Terra, elas ativaram linhas de luz e energia já presentes na teia etérica do planeta. As Cúpulas eram Naves trazidas para cá como resposta do chamado Arquiteto do Destino Cósmico e acatando propostas passadas e futuros acontecimentos para a Terra. Tecnicamente, não é exato dizer que as Cúpulas vieram e foram porque elas existem espacialmente entre espírito e matéria. Porém, elas estavam presentes na Terra em três ocasiões na história planetária. Também não é exato interpretar as Cúpulas como veículos materiais mecânicos de acordo com nossa compreensão habitual; elas estão mais para facilitadores magnéticos/de energia transdimensionais sobrepostos à paisagem física. Na primeira Presença de Cúpula, não havia humanos na Terra; na segunda Presença de Cúpula havia vida humana primitiva; e durante a terceira Presença de Cúpula havia alguns humanos capazes de ver claramente as Cúpulas e entender sua função. O que esses primeiros humanos viram é recontado em várias mitologias antigas (em especial a irlandesa e a suméria) como as Casas dos Deuses do Céu.


Durante a presença das Cúpulas, que, segundo calculamos, se estendia por muito tempo, elas transmitiam impressões imediatas de energia/consciência (de 400 metros a 1,6 quilômetro de diâmetro) na superfície da Terra. Eram padrões de ressonância permanentes em forma de cúpula (ou abajures sobre as colinas e montanhas). Trata-se de um padrão oscilatório que persistirá até que a Terra deixe de existir ou até que seja ratificado ou alterado por outra visita da Cúpula. Embora os clarividentes atualmente descrevam estes pálios de energia etérico pousados sobre muitas centenas de montanhas sagradas e recintos religiosos megalíticos passados (por exemplo, Stonehenge, Machu Picchu, Palenque, Monte Shasta, entre muitos exemplos), eles são, na verdade, recordações de energia etéricas das Cúpulas outrora quase materialmente presentes. Embora as Cúpulas tenham "partido," suas poderosas impressões de energia eletromagnéticas permanecem a postos, como uma imagem persistente na retina de uma lâmpada colocada diante de nossos olhos num quarto escuro. A presença e a não presença simultâneas destas Cúpulas são um paradoxo de energia criado pelas deficiências de nosso idioma.


Contudo, morfologicamente as Cúpulas apresentavam tamanhos, capacidades e funções variados, estando dispostas em todo o planeta seguindo uma matriz predeterminada e numericamente fixa de acordo com formações estelares do céu. Seu padrão de distribuição preciso na Terra era um reflexo microcósmico das geometrias estelares macrocósmicas esotéricas. As Cúpulas "Capitão," por exemplo, distribuíam Amor, Luz e Energia às Cúpulas menores. A principal função das Cúpulas era levar a Terra à vida biológica, senciente. Mesmo hoje, milhões de anos depois, os traços etéricos de suas tubulações de energia prateadas (que não as linhas ley ou de cúpula) ainda são visíveis de forma clarividente na paisagem em lugares ativados com uso da geomancia, tal como Glastonbury, na Inglaterra. Visualmente, podemos imaginar quase dois mil imensos abajures esféricos, cinéticos descendo ao mesmo tempo feito chapéus cintilantes sobre montanhas, colinas e planaltos ao redor do mundo, ajustando-se confortável e perfeitamente, eletrificando a Terra com sua luz inacreditavelmente brilhante e distribuindo essa luz numa matriz em forma de cata-vento giratório de centros de Cúpula.


As Cúpulas eram as casas originárias das linhas ley, ou mais precisamente, segundo este modelo conceitual, as linhas de cúpula. Elas existem em duas formas. Linhas de cúpula retas (com comprimento médio de 8 a 80 quilômetros) são linhas de energia que ligam uma cúpula a outra, formando uma matriz de luz angular ao redor do planeta. Um exemplo deste padrão é achado na Califórnia, no Monte Diablo (condado de Contra Costa) e Monte Tamalpais (condado de Marie); essas duas montanhas sagradas (como os índios nativos originalmente as percebiam) ficam nos arredores de São Francisco, apresentam cúpulas, a aproximadamente 40 quilômetros uma da outra, sendo ligadas por uma linha de cúpula reta. As linhas de cúpula, a propósito, são canais de energia pulsante com variações marcantes quanto à intensidade sazonal.

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FONTE DO TEXTO

(http://www.amaluz.com.br).
Publicado originariamente na revista Amaluz, e agradeço publicamente aos seus responsáveis, pela oportunidade de aproveitar matérias muito interessantes. A Amaluz foi editada até o ano 2000 e era uma excelente publicação. Faço votos de que possa renascer, com a mesma qualidade e sucesso de antes.
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