Revista Amaluz - 105



Linhas Ley e o Significado de Adão - 3

Por Richard Leviton e Robert Coons



(Obs. de E.O.: Dividi o texto em
16 partes, para a INTERNET)


Cada Cúpula tinha capacidade para iniciar até 48 centros de energia associados, ou cúpulas menores, por intermédio de uma série de linhas de cúpula em espiral, tendo um topo de cúpula menor no final. Essas linhas se associam tornando-se pontos de poder espiritualizados no ambiente, mas diretamente relacionados, como pai e filho, com a Cúpula inicial. Existem potencialmente 83.808 desses topos de cúpula na Terra, número que explica cabalmente a quase ubiqüidade planetária de antigos locais religiosos. O padrão radiante específico das linhas de cúpula em espiral era heliocêntrico, de acordo com a relação fi (ou Meio Dourado, Proporção Dourada, Seção Dourada da geometria sagrada, expressa como 1,618034, que é uma espiral assimétrica exemplificada pelo verticilo padronizado do girassol e pelo padrão de distribuição das folhas de muitas plantas, descrita como Seqüência de Fibonacci). Por exemplo, o Monte Tamalpais irradia pelo menos dois topos de cúpula à São Francisco urbana, energizando espiritualmente as áreas do Palácio de Belas Artes e do Lincoln Park. A Cúpula de Monte Diablo irradia topos de cúpula de forma análoga ao que são agora Oakland e Berkeley urbanas.


Além disso, sempre que qualquer espiral ou linhas de cúpula retas se cruzam, formam pontos de poder secundários chamados nodos de linha. Eles são numerosos, muito mais que os consideravelmente abundantes topos de cúpula, sendo caracterizados de formas variadas como solares/positivos, lunares/negativos, alguns são centrífugos, outros centrípetos, segundo seu efeito. As cúpulas, topos de cúpula e nodos de linha foram seqüencialmente marcados por antigos geomantes com círculos de pedra, grandes templos, túmulos e câmaras de pedra, bem como com pedras isoladas, então, posteriormente, durante a supremacia eclesiástica cristã, por igrejas. Toda a panóplia geomântica foi em certa época cuidadosamente posicionada como um jogo de instrumentos de engenharia da Malha da ciência espiritual dentro desta teia precisa de Cúpulas, topos de cúpula e nodos de linha, cujos resquícios de energia estão sendo detectados hoje, cada vez mais, por pesquisadores de Mistérios da Terra (por exemplo, o Projeto Dragão britânico – Dragon Project, dirigido por Paul Devereaux, editor de The Ley Hunter). Lembrados vagamente na mitologia, folclore e costumes locais, estes templos ao ar livre, animados por Cúpulas, unidos por linhas de cúpula, talvez tenham sido esquecidos, mas não foram fechados. (6*)


Além disso, segundo a teoria da Cúpula, em termos planetários, todas as Cúpulas são unidas por meio de linhas douradas e prateadas entrelaçadas que emanam como cordões de suas coroas, sendo reunidas num nodo planetário específico, que é o umbigo da malha e Cúpula Mestra. Os cordões dourados e prateados representam as entradas de energia equilibradas positiva/negativa ou masculina/feminina em cada Cúpula. Na mitologia popular, este ponto umbilical é chamado Távola Redonda do Rei Artur de Camelot. As Cúpulas foram trazidas à Terra para criar um Paraíso para a humanidade. Cada qual encerrava uma forma de luz, ou cristal de semente, do que haveria de acontecer, tanto local como globalmente, por meio da Malha. Desses cristais do Paraíso, alguns foram ativados, mas por outro lado a humanidade ou não tem consciência deste potencial divino ou não se deu ao trabalho de se valer dele para criar o planejado Paraíso na Terra. No entanto, a opção ainda existe.


Em razão de seus fortes campos eletromagnéticos, os recintos de Cúpula eram parecidos com salões de meditação de consciência imaculados e superiores, onde a consciência humana podia ser curada, elevada, até mesmo transportada interdimensionalmente pelos pontos de saída dotados de cúpulas das Casas dos Deuses, com ajuda da engenharia megalítica. O Brugh na Boinne irlandês (Casa às margens do Rio Boyce) chamado atualmente túmulo de Newgrange, foi a casa dos Tuatha de Danann, as deidades irlandesas, sendo freqüentemente visitada por intrépidos humanos em busca de uma audiência com seus Deuses.


Os pontos de coordenação dotados de cúpulas em alguns casos contêm mapas psíquicos da geografia esotérica local. "Estes mapas são usados para propiciar pontos de ressonância, liberação e deflexão", (7*) incluindo detalhes da disposição local de Cúpulas, topos de cúpula, nodos de linha e linhas de cúpula, bem como suas classificações quanto a energia/consciência. As Cúpulas facilitam o discernimento adquirido por meio da meditação quanto à matriz de pensamento planetária (chamada de "noosfera" por Teilhard de Chardin) presente como uma biblioteca hologrâmica no campo de energia de cada Cúpula. Foi por isto que o Moisés bíblico recebeu o Pentateuco, ou Torah Or, no Monte Sinai, que era uma montanha dotada de cúpula sagrada superior. Além disso, fiel ao Princípio da Correspondência de Hermes, e num processo de inevitabilidade recíproca, quando as Cúpulas chegaram, seu calor extraordinário fez surgir do subterrâneo uma cúpula de água, com sua teia multidirecional de veios de água, tanto para esfriar a Terra ardente como para refletir a Cúpula de Luz do alto. Desse modo, mesmo hoje, existem linhas e cúpulas de luz yang/centrífugas acima do solo, e linhas e cúpulas de água yin/centrípetas subterrâneas, etérico no alto, físico embaixo. É isto que está por trás do fenômeno, constantemente relatado por rabdomantes, de cursos de água anômalos e copiosos coincidentes com recintos sagrados.


Dessa forma, as Cúpulas, falando-se metafisicamente, distribuíam as vibrações de Amor e Luz do Alto por meio desse sistema de Malha imposto, irradiando, assim, espiritualmente a paisagem e, por extensão, a consciência humana, com estas energias positivas e evolutivas. Eis a chave: antes de Adão, os Elohim. O significado desta afirmação gnômica emergirá à medida que atravessarmos a Malha. Porém, a porta desta chave é expressa num único número, ou seja, o número das Cúpulas planetárias: 1746. Na ciência mística da Cabala e sua linguagem matemática da gematria, este número apresenta significação profunda, pois é a fusão das energias bipolares primárias solares (666) e lunares (1080) por trás da manifestação. No simbolismo da Cabala, o 1746 é o "grão de mostarda" que o Cristo comparou com o Reino dos Céus; também é, simbolicamente, o Homem Divino, o Espírito de Deus na Terra, os Mistérios de Jesus, a Divindade do Espírito, e outras entidades de significado semelhante.


O segundo aspecto-chave da Malha 1746 Eletromagnética são os chakras. De acordo com a ioga hindu esotérica, há no corpo etérico humano sete centros de energia sutis principais chamados chakras (sânscrito: "rodas que giram") dispostos em linha ao longo do eixo espinhal vertical, partindo do escroto até a coroa na cabeça. Existem também em torno de 7 a 22 chakras secundários, distribuídos por todo o corpo. Os chakras principais são como caixas de junção elétricas, ou transdutores de energia, do corpo físico, mediando energias de planos superiores na forma material. Os chakras associam-se funcionalmente com as sete glândulas endócrinas principais e, desse modo, com regiões de órgãos específicas do corpo e também com estados de consciência ascendentes específicos. Por exemplo, o chakra da garganta, chamado Visuddha (que significa "limpo, purificado, perfeitamente puro") tem relação com a glândula tiróide e a maestria da clariaudição (audição intangível, como nas "vozes" dos Deuses). Os sete chakras são interdependentes em termos energéticos, sendo ativados em seqüência, começando com o 2º, passando ao 7º, voltando a seguir ao 1º, a Raiz, a sede da Kundalini, a energia evolutiva cósmica criativa fundamental.


De forma análoga a este modelo, a Terra, de maneira homóloga, apresenta um sistema de chakras, organizado não numa seqüência anatômica, e sim energética em sete centros chave de Cúpula. Um chakra da Terra, tal como a Grande Pirâmide de Gizé, no Egito, ou Glastonbury Tor, na Inglaterra, é um imenso vórtice de energia, com vários quilômetros de diâmetro imediato (e prolongando-se muito além em termos de área de influência), como uma porta vaivém de Malha indo para cá e para lá. Trata-se de uma interface eletromagnética sutil entre energias estelares superiores não físicas e sua corporificação material na Terra ou corpo humano. Pode-se ilustrar um chakra da Terra da seguinte maneira: imagine flores minúsculas por toda a Terra. Algumas formam flores maiores que por sua vez formam flores maiores ainda. Os chakras são energia que flui de uma forma para outra forma, como o desabrochar de flores que fazem parte de outra flor, cada qual independente e contudo interdependente, semelhantes, porém dissimilares. Como alternativa, podemos visualizar uma roda poderosa com muitos raios. Em cada raio há um ponto de luz. A roda apresenta um cubo e cada raio tem duas extremidades.

Chakras Planetários Traçados
no Corpo Humano

Cada raio liga-se ao cubo e à roda. O centro do cubo não se liga nem aos raios nem à roda; é o centro imóvel. A roda gira na cabeça de um dente-de-leão branco aberto — é a Terra. Os raios partem do cubo em todas as direções e os padrões de luz surgem na superfície, prolongando-se para além dela. Estes pontos na extremidade de cada raio são as flores, ou nodos, ou centros de energia chamados chakras.


É curioso observar que a disposição geográfica do sistema de chakras planetário não é imutável, embora as mudanças ocorram de forma muita lenta e segundo um plano predeterminado, como um cronômetro previamente ajustado. Por exemplo, o 2º chakra, atualmente localizado em Machu Picchu, no Peru, ficava antigamente em Delfos, na Grécia, local do famoso oráculo; o Monte Kailas, no Tibete, era antes o 4º chakra ou chakra do coração da Terra, mas desde aquela época "deslocou-se" para Glastonbury, na Inglaterra. A ativação, operação e suspensão de chakras planetários, bem como de centros de cúpula, eram originalmente calibradas em relação a uma seqüência temporal/evolutiva definida com base numa compreensão clarividente fundamental das vastas extensões do destino planetário. O 6º chakra (a Fronte, ou Ajna, tratada abaixo) altera seu foco a cada 200 anos, sendo chamado Foco Móvel. Opera como um raio de consciência que se desloca deliberadamente sobre o planeta segundo um cronograma prefixado de ativações. Atualmente está focalizado em Glastonbury, mas certa ocasião, em sua longa e memorável história, residiu em Jerusalém.


Embora as Cúpulas tenham, tecnicamente e paradoxalmente, ido embora, ainda estão presentes na forma de poderosas impressões de energia, como Mães de todos os recintos sagrados da Terra. Além disso, a Malha 1746 Eletromagnética ainda está em atividade, embora com intensidade de Luz um tanto reduzida em comparação ao que seria se as Cúpulas estivessem novamente presentes de forma concreta. O corpo de energia etérico de Gaia permanece ativo de forma senciente, da mesma maneira que Sua forma física viva respira por meio de sua biosfera. Este nível da malha pode ser comparado a um rádio dotado de toda a gama de capacidades de transmissão de freqüência. As várias partes da faixa de rádio são designadas à matriz receptora da Cúpula, semelhante a antenas individuais ou torres de rádio. Trata-se de um sistema sônico da Malha, de modulações de tom. Os vários centros de Cúpula são energizados como pontos receptores sônicos de acordo com um dial graduado de transmissões mestras. Em muitas ocasiões dispositivos de pedra, eletromagneticamente ajustados, foram colocados nos locais em que havia antenas de Cúpula para facilitar a recepção sônica. Segundo esta teoria, além de serem calibrados em todo o planeta em termos de receptividade de raios de rádio, os locais onde havia Cúpulas eram também calibrados de acordo com um espectro eletromagnético mestre voltado às necessidades de apoio da consciência e vida dos humanos e da biosfera. Cada Cúpula era como um diapasão especialmente ajustado; quando atingido pelo raio que entrava, ressoava o tom do raio em seu sistema de rede local como uma vibração uniforme.


Nos últimos anos, segundo acreditam muitos, a Malha tem passado por uma reativação gradual, que está ocorrendo num local específico, por meio das mesmas intervenções, dos Elohim, que originalmente realizaram a engenharia do sistema, e o instalaram, segundo os Princípios de Hermes. A Terra foi feita como uma Casa à imagem do Homem. A Malha 1746 Eletromagnética ancora e diferencia a próxima matriz de Malha dimensional chamada Malha de Linha 15 Orobórica, que forma e mantém a biosfera, tornando estas energias superiores disponíveis à consciência humana e interações tecnológicas, bem como aos humanos que ajudam uns aos outros e à evolução da Terra.


A Terra está envolta num pequeno círculo rendado de campos eletromagnéticos e pontos pulsantes de luz que fazem a energia cósmica/estelar inteligente de entrada fluir pela matriz, sempre tendendo ao equilíbrio. O papel do geomante, destramente manipulando a Malha 1746 Eletromagnética e com ela cooperando, era harmonizar estes fluxos de entrada em oposição aos campos de energia entrópicos caóticos criados por formas-pensamento negativas dos humanos residentes, e manter a saúde dos humanos e de Gaia. O geomante sempre foi o médico da Terra e o médico metafísico humano.

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Referências

(6*) - Leviton, Richard, "The Ley Hunters," East West, November 1986, pp. 70-75.


(7*) - Clow, Barbara Hand, Eye of the Centaur: A Visionary Guide into Past Live, Llewellyn Publications, St. Paul, MN, 1986.

FONTE DO TEXTO

(http://www.amaluz.com.br).
Publicado originariamente na revista Amaluz, e agradeço publicamente aos seus responsáveis, pela oportunidade de aproveitar matérias muito interessantes. A Amaluz foi editada até o ano 2000 e era uma excelente publicação. Faço votos de que possa renascer, com a mesma qualidade e sucesso de antes.
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