Revista Amaluz - 107



Linhas Ley e o Significado de Adão - 5

Por Richard Leviton e Robert Coons



(Obs. de E.O.: Dividi o texto em
16 partes, para a INTERNET)


Cada uma das 1746 Cúpulas da Terra apresenta dois cordões de luz verticais — um dourado, um prateado — saindo de seu topo como um fio isolado de abajur. Todos esses cordões de duplo entrelace unem-se, formando um cabo entrelaçado mestre na Cúpula Mestra de Avebury.


Além disso, Avebury é, emprestando outro termo da ioga esotérica, o sutratma planetário. O sutratma é o canal por meio do qual a corrente vital direta do Espírito flui pelos corpos espirituais inferiores e Alma, passando à personalidade e ao corpo físico; fica ancorado no chakra do coração etérico. A corrente vital controla a circulação do sangue humano e o ch’i planetário. Em relação à Terra, Avebury é o coração etérico interior, chamado Ananda-kanda, operando atrelado a Glastonbury, o coração etérico exterior, chamado Anahata. O sutratma de Avebury, na qualidade de convergência planetária das Linhas Oroboros solares/pingala e lunares/ida básicas, também é o que no Eclesiastes é chamado "Cordão Prateado, a linha que liga todos os eus do ser humano com o divino."


Desse modo, o Tai Ch’i primário, ou polaridade energia/consciência, entra na Malha da Terra por meio de seu chakra do coração interior localizado em Avebury, onde é então distribuído por toda a Malha Orobórica como o sangue vital emocional de Gaia. Cada linha de Malha, vertical e horizontal, liga-se a todo o padrão, cobrindo o globo. Cada uma das duas linhas que entram em Avebury está ligada em outros pontos com cada uma das demais 13 Linhas Oroboros. O Oroboros solar entra como uma explosão de puro Espírito, impetuoso, quase mortal, trazendo consigo consciência absoluta e eterna; a Cabala lhe atribui a gematria 666. O Oroboros lunar é frio, úmido, refrescante, como uma brisa revigorante, trazendo consigo consciência encarnada, sujeita a ciclos temporais de nascimento e morte, tempo e espaço; é atribuída à gematria 1080.


As duas energias são fundidas em Avebury (da mesma maneira como são fundidas dentro do chakra do coração humano dual), suas correntes correm pela Malha. O número de sua fusão é 1746, que é a soma de 1080 e 666. A dinâmica de sua fusão interativa, como uma proporção 666/1080 é a espiral fi de desdobramento da Luz, a saber, 1,618034. Este fato é fundamental à natureza da Luz (descrita abaixo) e ao coração da Malha e do Humano. Enquanto as linhas solares e lunares se entrelaçam no coração interior planetário em Avebury, a Linha Oroboros Neutra (equivalente ao sushumna nadi, encerrando a Chama do Espírito) fica ancorada no chakra da coroa da Terra, Monte Cook, no oeste da Nova Zelândia, por onde passam as linhas duais originárias de Avebury ao traçar seus Grandes Círculos.


O que está acontecendo aqui é que a polaridade yin/yang primária da Malha de Linha 15 Oroboros produz a fusão segundo o fi equilibrada da Malha Eletromagnética 1746, o que vale dizer que a Luz atinge a manifestação equilibrada no Corpo da Terra. Como escreve Doris Lessing, "A teia exterior de luz musical criou o terrestre interior, mantendo-o ali em sua dança de tensão." Trata-se de "um entrelaçamento alimentador de ligação (como uma malha elétrica da humanidade)." A Malha de Linha 15 Orobórica é o corpo emocional de Gaia, sua personalidade, 12 vezes expressada como os arquétipos Zodiacais do 12 Lu — e portanto nossa, também, como habitantes humanos de Gaia. Esta dimensão da Malha é nosso lar na Terra de tal forma que, como diz Lessing: "Na grande dança cantada, tudo se uniu e moveu em conjunto. Minha mente era a faceta de uma mente, como os alveólos dos favos de mel."


Cada uma das Linhas Oroboros foi originalmente ancorada em algum ponto da Terra por intermédio de Pedras Vibratórias físicas especiais que vieram com as Cúpulas. Aparentemente eram pedras materiais, como as conhecemos, mais ou menos do tamanho de uma mala esférica. Foram trazidas para cá por meio do Plano dos Capelães Cósmicos e geomantes dos Elohim que apareceram aqui nas Cúpulas; as pedras foram ativadas pelas Cúpulas, a seguir posicionadas em locais chave ao redor da Terra, formando o chamado Calendário Megalítico Hermético Global, em benefício de todas as formas vivas. Cada Pedra Vibratória tinha seu período de importância, segundo todos os esquemas de atividade do Zodíaco sobrepostos, desde o ciclo de 12 horas até o Grande Ano de 25.920 anos. Todas as 12 pedras ressoavam em harmonia e em ressonância entre si.


Uma dessas Pedras Vibratórias foi colocada, de acordo com vários geomantes, na ilha de Beckery, uma pequena colina nos arredores do centro de Glastonbury, Somerset, atando a Linha Oroboros de Touro quando ela foi interceptada pelo Oroboros de Miguel/Solar atravessando a cidade. Este local em particular era também conhecido na mitologia galesa antiga como um dos Três Coros Perpétuos da Inglaterra (o Coro de Afallach, ou Avalon). Eram ressoadores geomânticos ininterruptos, estabelecidos na paisagem como reflexos de um modelo divino relacionado a três aspectos diferentes da consciência convertidos para a Terra. Ativados há muito tempo a partir de uma fonte divina, os Coros eram originalmente bem mais ativos que na atualidade, estando relacionados à cura. A Pedra Vibratória de Beckery foi subseqüentemente removida, permanecendo, contudo, conspicuamente visível, embora totalmente anônima, em outra parte de Glastonbury. Dessa forma, em termos geomânticos, a Pedra de Touro era o receptor primário do tom/vibração taurino da Malha Oroboros. Era o principal reservatório, amplificador, dispersor e transdutor/transmutador desta 1/12ª diferenciação da energia cósmica que entra em nossa biosfera. As 12 pedras atuando em conjunto constituíram a base do Calendário Hermético Global.


O ponto de coordenação central desse Calendário de Pedra Global de energias do Zodíaco é Avebury, a Távola Redonda condensada planetária do Sol. A Távola Redonda é um modelo para se entender as atividades interdependentes dos 12 Tons do Som único. A Távola Redonda planetária é, na verdade, o complexo receptor central das energias e consciência compostas de nosso sistema solar, de nosso paradigma de Evolução Estelar particular de Luz/Vida/Consciência cujo Rei é nosso Sol.

Próxima (6)   Anterior (4)   Índice

FONTE DO TEXTO

(http://www.amaluz.com.br).
Publicado originariamente na revista Amaluz, e agradeço publicamente aos seus responsáveis, pela oportunidade de aproveitar matérias muito interessantes. A Amaluz foi editada até o ano 2000 e era uma excelente publicação. Faço votos de que possa renascer, com a mesma qualidade e sucesso de antes.
Euro Oscar




Google
 
Web www.eurooscar.com

www.eurooscar.com - Autor: Euro Oscar - © 2008
Direitos Reservados - Contato: eurooscar@gmail.com


Se veio até aqui por um link externo e não vê o menu fixo à esquerda, clique aqui, para melhor usar e controlar o site.


Página inicial do site