Revista Amaluz - 110



Linhas Ley e o Significado de Adão - 8

Por Richard Leviton e Robert Coons



(Obs. de E.O.: Dividi o texto em
16 partes, para a INTERNET)


A Alma de Gaia

Na teoria dos corpos superiores da Terra, este é o corpo causal de Gaia, o Templo interior de Salomão, a Alma de nosso planeta senciente. Trata-se da consciência primordial da Malha para Gaia, centrada num domínio quase físico, quase etérico que apresenta coordenação topográfica aproximada com as montanhas Kun Lun e os desertos Gobi/Lob Nor da Mongólia/Norte da China. Como o chakra frontal dos humanos, sede da clarividência, a Alma de Gaia é um reino interdimensional, essencialmente oculto e em sua maior parte intangível. Porém, iniciados humanos por vezes conseguem entrar fisicamente nele ou, com um pouco mais de facilidade no corpo visionário, por meio de vários portais meditativos/geomânticos existentes ao redor da Terra.


Neste nível encontramos o Logos Planetário chamado Sanat Kumara (O Iniciador Único) que preside a vida interior da Terra como a Alma, mediando, por meio do chakra frontal, a "Palavra de Deus" para o Ser físico de Gaia. Por meio do chakra frontal ativado, a pessoa passa a conhecer sua verdadeira identidade divina e propósito de vida. Esse fato é ecoado biblicamente no Apocalipse de São João, na qual ele descreve os 144 mil Filhos de Israel no Monte Sion, ao lado do Cordeiro (Cristo), cada qual com o Nome de Deus escrito na testa (em seu chakra frontal). Em nosso tempo, em termos planetários, a Alma de Gaia opera por meio do Foco Móvel. Este raio de consciência contém a consciência de Alma interior e o programa evolutivo de Gaia e todos os seus habitantes, sendo, em geral, mediado para o plano físico por meio de quatro Malhas consecutivas. Porém, em nosso momento histórico especial, o Foco Móvel está chegando por intermédio do chakra do coração exterior do planeta, localizado em Glastonbury.


O Foco Móvel desloca-se continuamente, percorrendo a superfície da Terra, não tendo localização fixa permanente. Teoricamente, reside em certa localidade durante cerca de 100 anos ininterruptos, mas vertendo energia 50 anos antes e 50 anos depois, perfazendo uma presença de 200 num único local.


Acredita-se que o Foco Móvel já residiu em Jerusalém e no monte Kailas, mas no curso da história da Terra, obviamente esteve em muitos lugares.


O Foco opera por meio de um mecanismo de ativação evolutivo predeterminado. Se dermos corda num relógio, ele então mostrará as horas por meio de seu mecanismo. Como as Cúpulas supostamente vieram três vezes, programaram com antecedência a matriz de linhas de energia sobre a Terra de forma a coincidir com certos parâmetros de planetas e constelações existentes no futuro distante. A atuação do Foco Móvel é bem parecida como o efeito que um Mestre vivo, como o 14o Dalai Lama, por exemplo, pode ter sobre um humano receptivo. Podemos experimentar uma alteração profunda de nossa consciência simplesmente ficando sentados na presença de tal Mestre, mas apenas segundo o grau de nossa receptividade às suas elevadas vibrações puras. O Foco Móvel, como um Mestre Vivo geomântico de Gaia, foi deslocado, portanto, conforme um Plano Mestre, uma grande tábua do destino planetário capaz de ver o futuro, sobre a superfície da Terra, de forma a ressoar igualmente em cada cultura, cada credo, durante períodos de 200 anos — facilitando a implementação dos programas da Alma de Gaia no domínio físico da cultura humana.


O Foco Móvel, neste modelo, é um raio de energia iniciatório projetado por Iniciados sob a orientação dos Elohim, visando à transfiguração da consciência do plano humano a um plano de ressonância angélica. É como um refletor poderoso de cor/som/vibração/energia brilhando continuamente sobre uma região específica (por exemplo, um centro de Cúpula). Tem como intento elevar a consciência humana, fazendo-a alcançar o conhecimento do Plano Mestre e do papel daquela bioregião em particular na realização deste Plano total para a Terra. Aqui escutamos a Alma de Gaia a Lhe contar (e a nós) a razão e propósito de nossa existência como planeta habitado. Aqui escutamos a sábia voz de Seu Logos Planetário, Sanat Kumara, a transmitir qualidades espirituais por meio da matriz da Malha. Desse modo, começamos a entender por que as coisas são precisamente como são no plano físico, de acordo com o Princípio da Causação de Hermes. Passamos a perceber que o karma de Gaia é em grande parte resultado de nossas ações mal direcionadas ao longo dos milênios. Realmente, quando Gaia for percebida como um Ser vivo senciente e coerente, então despertaremos horrorizados com a extensão dos males que Lhe infligimos.


Segundo o ponto de vista interpretativo da ciência mística Cabala, os cinco Corpos interpenetratantes da Malha da Terra podem ser considerados parte de um modelo abstrato básico de realidade chamado Árvore da Vida. A Árvore é composta por 12 esferas (chamadas Sephira [plural; singular: Sephiroth]: 10 manifestas, 2 sutis) e 22 caminhos ligando estes domínios de energia/consciência.


A Terra, na esfera inferior (Malkuth, 1014a Sephiroth) liga-se, por meio das caminhos (o nome de grupo é Autiot, formando as 22 letras sagradas, a base posterior do idioma hebreu), a Deus, em Kether, no topo da Árvore.


De maneira ideal, a Árvore ressoa como um ser vibratório com o Nome de Deus, o impronunciável, inefável Tetragrammaton. Os planetas e Casas do Zodíaco são posicionados na Árvore, que como totalidade opera em sincronia em muitos níveis de manifestação e compreensão (por exemplo, consciência humana, a Malha da Terra, o Logos Solar). Um sistema de Malha é sempre um tom interdependente de uma harmonia de Malha maior. O modelo da Árvore apresenta a Malha como uma seqüência linear de influências superiores mediando em direção à Terra; mas na verdade, se parece mais com uma cebola composta de inúmeras cascas. A realidade é a imediação e integridade da cebola, ou Malha — com todos os níveis ressoando em sincronia, um dentro do outro.


A ressonância síncrona da Malha é finalmente trazida até a Terra física — o último teatro da Malha deste drama complexo de energias cósmicas dentro do contexto da consciência humana diária e comum na Terra.

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FONTE DO TEXTO

(http://www.amaluz.com.br).
Publicado originariamente na revista Amaluz, e agradeço publicamente aos seus responsáveis, pela oportunidade de aproveitar matérias muito interessantes. A Amaluz foi editada até o ano 2000 e era uma excelente publicação. Faço votos de que possa renascer, com a mesma qualidade e sucesso de antes.
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