Revista Amaluz - 113



Linhas Ley e o Significado de Adão - 11

Por Richard Leviton e Robert Coons



(Obs. de E.O.: Dividi o texto em
16 partes, para a INTERNET)


Cada Zodíaco local, tal como a Região das Estrelas de Verão, é um holograma da Távola Redonda solar na forma de 144 efígies de centro estelar quase etéricas dimensionalmente sobrepostas como um modelo estelar sobre a paisagem física. O Zodíaco de paisagem é uma eclíptica dupla, sendo uma eclíptica física, composta de 96 efígies estelares (dos céus do hemisfério norte) e uma eclíptica etérica, composta de 48 efígies estelares (dos céus do hemisfério sul). As duas eclípticas se entrosam, formando uma vesica piscis com Glastonbury em seu ponto de origem.


Neste templo de Zodíaco local, uma constelação em particular, tal como Cão Maior, terá um ponto de referência de paisagem material aproximado, uma residência com freqüência refletida em nomes de lugares, lendas locais ou mesmo esculturas inseridas na paisagem, dentro ou fora dessa eclíptica definidora.


No centro de Somerset, por exemplo, na Região das Estrelas de Verão, a Cão Maior se chama o "Cão Encilhado de Langport," ocupando uma região geográfica de aproximadamente oito quilômetros de comprimento e 1,6 quilômetro de largura, com 16 centros estelares reconhecíveis em seu corpo geomítico. Sírius, a estrela mais brilhante do céu noturno, pousa localmente em Oath Hill, antigamente usada pelo Rei Artur para receber juramentos e compromissos de lealdade de seus Cavaleiros. Aproximadamente seis centros estelares são ocupados por igrejas cristãs de 600-1.000 anos de idade, tendo muitas delas sido precedidas por túmulos ou círculos de pedra. Os centros estelares são pontos de poder locais geomiticamente distribuídos, em geral marcados por um topo de cúpula, ou nodo de linha, e por vezes com uma cúpula plenamente desenvolvida. Cada uma das constelações do Alto é sobreposta energética e estruturalmente, como um modelo estelar sutil em miniatura de formações estelares da paisagem embaixo. Ocasionalmente a paisagem, quando vista de um avião, de fato parece se assemelhar à morfologia de um peixe, cabra ou touro, mas isto não é absolutamente essencial. Os centros estelares representam portais dimensionais que levam ao corpo de consciência geomítico da efígie de Zodíaco em particular, cujo ser projetou uma sombra convidativa sobre o terreno físico.


O Zodíaco da Terra local representa uma aula prática de consciência básica para a experiência humana da Malha de energias solares que é a Távola Redonda Solar, que abrange nossa vida psíquica presa à terceira dimensão. O Zodíaco local corporifica, em miniatura, os parâmetros astrofísicos gravados na Terra e no éter da Malha de Evolução Estelar e suas 144 permutações, a partir das 12 modulações de oitava básicas. Cada um dos 144 Zodíacos apresenta uma característica diferente, um ângulo diferente de visão, uma nuança e cor de energia diferentes. A razão de existirem 144 é explicada a seguir.


Por meio da miniaturização hologrâmica, o Zodíaco local torna a vasta Távola Redonda da eclíptica solar acessível à interação e transmutação humanas. O Zodíaco local segura diante de nossos olhos meditativos um espelho feito de geomancia destinado à autodescoberta interior. Ao andar ao redor do templo de Zodíaco, aprendemos que somos, psiquicamente, feitos de padrão de ressonância idêntico ao do sistema solar, e agradecemos a nosso holograma de Zodíaco por nos refletir com clareza esta realidade. O Zodíaco é um meio de entrar individualmente em sintonia com a Música das Esferas, de ouvir a harmônica cristalina cósmica sutil, orquestrada diariamente pelo movimento de "sons intensos" de planetas e estrelas, o Rhoizamata, como diria Pitágoras, que estão sempre a ressoar dentro de nosso ambiente atômico/molecular/de consciência, mas logo abaixo da faxia de audição comum. O rádio do Zodíaco local aumenta o volume desta ressonância solar interminável, de forma que possamos ouvir nossa batida de coração estelar. Dessa forma, atravessar o Zodíaco da Terra sob orientação astrológica inteligente é como ter um walkman personalizado preso aos ouvidos, sintonizado na faixa FM cósmica que toca belas orquestrações musicais — rapsódias venusianas, reggae marciano, sinfonias jupiterianas — todas cortesia da Rede de Emissoras de Rádio do Rei Sol.


Cada efígie de paisagem apresenta sua própria estrutura de templo interior modelada, novamente, sobre Árvore da Vida. Nosso Cão Encilhado de Langport por acaso é, em termos geomíticos, o psicoesplendor canino do Cavaleiro do Graal neófito entrando no estrelado Mundo Sobrenatural do templo do Zodíaco, o Castelo do Graal místico giratório. Em termos mitológicos, o templo do Zodíaco é o teatro para o Cavaleiro do Graal procurar e encontrar o Graal, bem como levar a cabo a Busca do Graal, que nada mais é que o descobrimento e abertura da semente divina de Luz e Espírito enterrada nas profundezas da consciência humana. O templo do Zodíaco de paisagem é energeticamente organizado para facilitar esta revelação. Nossa natureza interior verdadeiramente jaz entre as estrelas. E Merlin, legendário Encantador e Bardo da Grã-Bretanha e Artesão Estelar do Rei Artur, foi o geomante mestre que enviou os Cavaleiros do Graal aos centros estelares para que tivessem experiências visionárias/integrativas, cada qual segundo a coincidência de seus mapas natais individuais, seu próprio nível de desenvolvimento espiritual e os ciclos astrológicos maiores — mediados pelo holograma do Zodíaco de paisagem.


Este é o momento no qual o Cavaleiro do Graal e o Engenheiro de Malha apertam-se as mãos e atuam como um na Malha. O campo de nosso organismo psicofísico, a estrutura eletromagnética e bioplásmica, está inerentemente ligado aos campos eletromagnéticos e bioplásmicos da Terra. Quando um ser humano se inter-relaciona e unifica (por meio da meditação) no ponto certo no tempo e espaço (de acordo com as tabelas de tempo das Efemérides) na superfície da Terra (no vórtice de centro estelar corretamente escolhido), e em si mesmos (em harmonia com seu programa global de desenvolvimento espiritual, calibrado por seu Mestre), e existe coincidência, então temos ressonância individual e planetária. Então temos conhecimento direto, tangível e experimental do lugar do humano no sistema solar. Quando atravessarmos a Porta da Malha do Zodíaco, entrando no reino dos Deuses, compreenderemos nossa verdadeira função no paradigma solar, que é corporificar e transfigurar tudo no Corpo Humano de Luz.


Mas como, exatamente, o Cavaleiro do Graal em meditação também atua como técnico da Malha? Da mesma maneira que o Logos Solar é a Alma do Ser chamado sistema solar, e da mesma maneira que o Logos Planetário é a Alma de Gaia, também o Graal representa o potencial para os humanos saberem como é a Alma. O Graal é um portal de consciência eletromagnético existente no complexo mente/corpo humano que se abre por meio da individuação da psique (ou seja, a integração harmoniosa dos 12 arquétipos do Zodíaco do Sol) em divindade. Os cabalistas chamam a isto Adão Kadmon, o modelo sagrado da perfeição humana, o Corpo de Luz Edênico.

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FONTE DO TEXTO

(http://www.amaluz.com.br).
Publicado originariamente na revista Amaluz, e agradeço publicamente aos seus responsáveis, pela oportunidade de aproveitar matérias muito interessantes. A Amaluz foi editada até o ano 2000 e era uma excelente publicação. Faço votos de que possa renascer, com a mesma qualidade e sucesso de antes.
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