Revista Amaluz - 116



Linhas Ley e o Significado de Adão - 14

Por Richard Leviton e Robert Coons



(Obs. de E.O.: Dividi o texto em
16 partes, para a INTERNET)


Mas o que cria originalmente a Luz? O que dá início a toda esta procissão geradora que culmina em Adão a caminhar na Terra levando o Graal? Constante, ininterrupto, inesgotável, insondável Amor do Alto.


Adão é a chave do segredo desta harmônica de luz. O teorista de Malha da Nova Zelândia, Bruce Cathie, especula que "Todas as provas matemáticas até agora indicam que o número máximo de elementos individuais que poderão ser descobertos no universo será 144." Cada elemento pode ter, teoricamente, 6 isótopos, possibilitando 864 combinações. Cathie propõe "144 oitavas de substâncias separadas" nas quais uma oitava é composta de uma família de elementos de 6 isótopos cada. Cada nuvem de elétrons, ou camada, em sua expansão para fora a partir do núcleo atômico, pode acomodar no máximo 8 elétrons. Dessa forma, cada expansão de camada é uma função do oito (a base original da oitava), formando uma nova camada de elétrons. Cathie chama a isto de "zona harmônica" ou "harmônica de luz" totalizando 144. "A harmônica de luz é portanto igual e o ciclo foi concluído. Toda a série é uma repetição de oitavas de formas de onda" por meio da qual a realidade física é "manifestada por meio do entrelaçamento concentrado de formas de onda harmônicas. (17*)


Essa afirmação é claramente controversa, embora bastante intrigante. Até hoje, foram descobertos 107 elementos; restando 37 não detectados, ou diríamos com mais precisão, "não manifestados até agora?" O número 144, como já vimos, é fundamental para a Malha e Adão. Um olhar mais atento a nossos números-chave expandirá as sugestões de Cathie.


Como podemos chegar a 144 elementos? Postulemos 18 oitavas solares, representando o máximo potencial expressivo do Pai solar (666, cujos dígitos somam 18) atuando nas Formas arquetípicas materiais da Mãe. Da Mãe das Formas, dizem os cabalistas, emerge a Carruagem divina (a esfera da Mãe, Binah, a terceira Sephiroth, manifesta o Hhayt. 8, um caminho de manifestação descendente chamado de Carruagem no Tarô). A Carruagem de Hhayt. 8 refere-se ao número máximo de elétrons de uma camada atômica, incluindo, assim, um elemento como a forma fundamental. Agora, rearranjemos a Tabela Periódica dos Elementos, por um momento, e postulemos oito famílias de elementos, cada qual ocupando três oitavas solares. Segundo a matemática da luz (18 x 8) temos a harmônica de luz completa, 144, expressada na forma de Adão, na Terra. Assim Adão 144, como forma de vida senciente e orgânica comporta o pleno potencial expressivo dos 144 elementos deste universo. Os 144 elementos, por si mesmos, representam a interação dramática (baseada em fi 1,61, como a física em desenvolvimento da Luz) do Pai 666 e da Mãe 1080. Seu impulso elétrico combinado 1746 (ou seja, o Graal com a Estrela Resplandecente dentro) é a centelha dentro da forma de Vida, de Adão e da Terra. E em qualquer caso, os Elohim ajudam o quantum a nascer, são benfeitores divinos, e, literalmente, Padrinhos deste grandioso experimento astrofísico.


Este drama terrestre complexo todo se reduz ao número 9, chamado Tayt na Cabala. Todos os números-chave desta interação de Luz da Terra, Adão e da Malha, aparentemente, totalizam 9: 1746, 144, 1080, 666, 864, 83.808 (possíveis topos de cúpula planetários), 20.736 (número de Zodíacos planetários multiplicado por número de efígies estelares em cada um). Até mesmo os números relacionados a certos fatos todos apontam para o 9: 86.400 (média de batimentos cardíacos/dia humanos), 25.920 (número de anos de um Grande Ano de Zodíaco), 4.320.000 (anos do Mahayuga, o ciclo de tempo cósmico hindu) — sem falar do período de gestação de 9 meses dos humanos. O que, então, é o 9 que permeia a estrutura interior da Malha?


Temos de recorrer à Cabala para esclarecer esse assunto. O Tayt.9 representa o arquétipo da energia formativa "feminina" primeva, que se vale do Hhayt. 8 (a esfera de armazenamento, ou Carruagem), de toda a energia indistinta que deriva de Binah (a Sephiroth da Mãe das Formas) para construir estruturas. O Tayt. 9 é a "Fêmea" elementar, a procriadora prodigiosa de unidades de forma elementares, células individuais, combinações expressivas criadas a partir dos aglomerados de elétrons de Hhayt 8 da Mãe. No simbolismo do Tarô da Cabala (o Tarô é um sistema pictórico diretamente relacionado com a Árvore da Vida composto de uma série visual/intuitiva de representações da vida/drama associada, em parte, aos 22 caminhos). O Tayt. 9 é o Caminho da "Força do Leão." Cada caminho da Árvore é "regido" por uma Casa do Zodíaco; o Tayt. 9 é regido por Leão que, por sua vez, é regido pelo Sol. O Tayt. 9 é muitas vezes representado na simbologia do Tarô como a Mulher Escarlate (ardente com o fogo da Vida) retratada como uma primitiva e toda poderosa mulher extática, quase bêbeda, lasciva, vestida de escarlate montada num Leão/Serpente, segurando-lhes as mandíbulas abertas em triunfo. Nas mitologias mundiais, o 9 é o número da "Mãe Deusa do Mundo," a "Grande Deusa de Muitos Nomes," Ela que é Matriz do processo de vida cósmico, e, na Grécia, era o número das Nove Musas, Filhas de Mnemósine (Memória, ou seja, Binah).


Mas o que é a Força do Leão que nossa generatriz arquetípica está montando em triunfo? O simbolismo da Cabala interpreta o Leão de várias maneiras. Regulus, o coração do Leão, é a estrela mais brilhante dessa constelação e o Leão era antigamente considerado o começo do Círculo do Zodíaco. O Leão também representa a primeira formação da individualidade humana projetada no mundo das Forma (Geburah, 5a Sephiroth) do reino do Espírito (Chesed, 4a Sephiroth). O Leão, diz J.J. Hurtak, representa nossa Evolução Estelar, o Rei Sol. Dessa forma, toda a realidade solar, o Drama dos Nove, de nosso sistema local de Evolução Estelar, é codificado matematicamente na luz harmônica de Adão, Terra, Malha. O 9 é o Logos de nosso Sol, seu cartão de visitas metafísico, seu número de telefone secreto. Temos, então, a física, a geometria e a gematria da harmônica de luz específica (as oitavas solares) de nosso Rei Sol, codificadas de forma sincrônica e completa em todas as manifestações de forma em nosso mundo, em todas as personas dramáticas (como um tipo sangüíneo inerradicável ou impressão digital permanente) de seu Teatro Cristalino solar. Através de nossas vidas humanas como Filhos da Mãe na Terra, nossa Mãe local, vivemos de forma mítica, como hologramas divinamente feitos, a valência da Luz, ou Mente/Corpo/Espírito, de nosso sistema solar, Tayt. 9, a Força do Leão.


Eis em resumo do Drama dos Nove: A (Amor do Alto) Harmônica (Eletricidade, fi diferenciado como 666/1080, em cargas positivas/negativas) da Luz (AWR, 1.61, o Logos da Luz, fi) Expressada (por meio dos Elohim, o verbo angélico, agentes da implantação da vida arquetípica na forma temporal) como Adão (144, a realização eletromagnética humana de toda a potencialidade expressiva elemental, na forma de 18 oitavas solares x 8 famílias de elementos) na Terra (ARTZ, 291=12, a matriz de Malha Planetária/do Zodíaco/Távola Redonda de 12 elementos). Dessa forma, as Cúpulas Sábias dos Elohim nos ensinam o Jogo do Leão e propósito da Terra, Adão, e nosso vínculo amoroso, a Malha.

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Referências

(17*) - Cathie, Bruce, The Bridge to Infinity: Harmonic 371244, Quark Enterprises/Brookfield Press, Auckland, New Zealand, 1983.

FONTE DO TEXTO

(http://www.amaluz.com.br).
Publicado originariamente na revista Amaluz, e agradeço publicamente aos seus responsáveis, pela oportunidade de aproveitar matérias muito interessantes. A Amaluz foi editada até o ano 2000 e era uma excelente publicação. Faço votos de que possa renascer, com a mesma qualidade e sucesso de antes.
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