REVISTA AMALUZ - 42



LEMÚRIA: PARAÍSO
ENCONTRADO E PERDIDO - 1


Salem, a Grande Luz, através de Diandra

(Obs. de E.O.: Dividi o texto em
2 partes, para a INTERNET)

PARTE 1

Aqui fala Salem, e como sempre, vimos a vocês com grande respeito pela humanidade.
Quando pensam em Lemúria, reconheçam que estão se aprofundando bastante na consciência da alma humana existente eras atrás. Nesta noite, queremos lhes falar sobre o tempo por vocês conhecido como Lemúria. Percebam que não estamos dizendo a terra nem o lugar, e sim o tempo de Lemúria. Lemúria é o mais antigo dos tempos nesta expressão conhecida específica de sua consciência, o tempo maravilhoso de Lemúria. A época de Lemúria era totalmente voltada à expressão e experiência da maravilha e beleza de seu mundo tridimensional.

CONSCIÊNCIA EM FUSÃO

Às vezes é um desafio falar de fatos registrados, mas atualmente desconhecidos de sua mente consciente, ligando esses fatos à sua compreensão presente. Então, comecemos com uma folha — uma simples folha de árvore, uma planta, uma flor, não importa. Hoje quando vocês pensam numa folha, talvez pensem em muitos formatos, sombras, cores, formas, texturas diferentes, que impressão transmite ou seu tamanho. Vocês, no entanto, a reconhecem como folha quase imediatamente. Talvez não saibam de onde veio, como era grande a árvore ou pequena a planta, mas sabem que se trata de uma folha.


Agora, se vocês conseguirem pegar esse mesmo conceito da folha e reconhecer que se lhes falamos de uma folha do tempo de Lemúria, estamos falando de sua capacidade de entender a consciência dessa folha. Não apenas seu tamanho, cor, beleza, seja lá o que for, e sim a consciência que existia dentro da folha. Portanto, vocês não viam uma folha naquela época como a vêem hoje. Hoje vocês a vêem com uma textura, uma forma e cor. Talvez haja um cheiro, ou talvez vocês sintam haver nas propriedades da folha um tipo de odor benéfico ou uma substância que os cura ou envenena, mas não relacionam esse fato com a consciência da folha.


Vocês não interagiriam desse modo com essa folha. No tempo de Lemúria, vocês olhariam a folha em sua mão ou tocariam a folha, e imediatamente as duas consciências seriam uma. À medida que as duas energias se fundiam, havia também comunicação imediata. Uma única folha estava ligada à toda a cadeia de toda a natureza, dizendo-lhes qualquer coisa que desejassem saber.


Quando lhes falamos sobre Lemúria, desejamos compartilhar com vocês um tempo no qual sua consciência realmente tinha uma capacidade natural de se ligar de forma completa com qualquer outra consciência. Hoje vocês interagem com a vida principalmente por meio de seus cinco sentidos do tato, olfato, audição, visão e paladar, ou por meio de suas emoções. Na época de Lemúria, toda a interação era um sentido ampliado de sua consciência.


Então naquele tempo, como se vivia a vida? Em primeiro lugar, naquela época dava-se grande ênfase à compreensão dos meandros dos menores e mais diminutos detalhes da existência, mas não de forma a complicá-la. Desejava-se somente a interação e expansão da consciência, não com a finalidade de tentar transformá-la em algo diferente do que era.

Permitam-nos dizer hoje, que muitas vezes vocês querem entender algo para de alguma forma modificá-lo ou transformá-lo em outra coisa. Vocês querem integrá-lo a um novo componente, a um novo projeto ou a uma nova tecnologia. Essa atitude se aproxima mais dos conceitos atlantes.


Em Lemúria, a vida estava mais voltada à compreensão de todas as pequeninas complexidades da existência consciente. Portanto, também encerrava certa translucidez. Havia uma transparência que com freqüência era vinculada. Em razão da natureza espiritual daquele tempo, nada havia que tivesse uma natureza fixa. Embora existissem objetos sólidos como vocês imaginam objetos sólidos, sabia-se que não eram sólidos e a consciência poderia se ligar como bem se quisesse. Havia capacidade de fusão da consciência de uma pessoa com a de outra. Conhecia-se a sacralidade de toda a vida e a beleza da harmonia existente em toda a vida.


Os seres humanos podiam tornar-se seres de luz por sua própria natureza. Era possível realmente ser luz. As pessoas sabiam como sair da vibração mais pesada do corpo físico. Hoje sua comunidade científica tenta esta transformação por meio da tecnologia, aproximando-se muito mais da era atlante do que da de Lemúria.

IDIOMAS E CASAS

Não havia necessidade de idioma falado, pois a comunicação era feita por intermédio de transferência de pensamento. Se as consciências de duas almas desejassem se comunicar, elas se fundiam uma com a outra. Não havia segredos ali, nada escondido por trás dos pensamentos, porque os pensamentos podiam ser lidos. Para os Lemurianos, nada havia de assustador nesta capacidade, pois nada havia a esconder. Compreendia-se que havia singularidade e beleza em toda a existência, não importa como ela se expressasse. Não havia benefício algum em fazer mal a qualquer coisa, pois a pessoa sabia que o mal feito a outra forma de vida afetava sua própria consciência. Todos estavam tão claramente cientes de seu ponto de consciência e de quem eram, que nunca quereriam prejudicar nada nem ninguém. Não havia necessidade nem desejo de prejudicar os outros.


As casas espalhavam-se de forma espaçada pelas comunidades, pois para os Lemurianos, a natureza era extremamente importante. As casas eram cercadas por muito verde, ficando isoladas em meio a muitas árvores, milhares de tipos diferentes de lindas flores, córregos e vida selvagem. A vida selvagem Lemuriana não representava perigo, pois lá não havia matança. A vida selvagem vagava livre como seus bichos de estimação ou os animais que vocês domesticaram vagam hoje.


O clima de Lemúria era sempre muito aprazível. As casas não tinham portas fechadas, e sim belíssimas arcadas flutuantes, de forma que mal se notava o recinto no qual se estava entrando. Compreendia-se que a vida fluía como fluía a energia, portanto, era mais salutar permitir que tudo fluísse livremente. As estruturas eram muito simples. Preferia-se coexistir com a natureza e todas as formas de vida livremente, sem restrição. Tudo era mantido simples. As pessoas usavam trajes soltos e flutuantes, nada pesado nem apertado. Era natural que todas as coisas fluíssem.


Em Lemúria, a pessoa experimentava no momento presente a existência da beleza da consciência. Simplesmente saber que se era um ser consciente, capaz de interagir com todas as demais consciências, era a beleza de vida. Não havia necessidade de reestruturar qualquer forma de consciência, transformando-a numa forma mais elaborada ou enfeitada para desfrutá-la. As pessoas entendiam e expressavam a beleza de toda a criação simplesmente da maneira que ela existia.

VIDA EM COMUNIDADE

Como a consciência era capaz de se modificar à vontade, não havia necessidade de um sistema de transporte ou de qualquer tipo de transporte. Qualquer um poderia se tornar luz, e nessa consciência se deslocar à velocidade da luz de um lugar para o outro. Não havia troca de dinheiro. Tudo o que era necessário simplesmente se desenvolvia a partir de um estágio natural de consciência. Não existia propriedade individual, pois não tinham medo de ficar destituídas.


Lemúria tinha centros comunitários onde as pessoas se encontravam. Quando as pessoas se reuniam, eram compartilhadas muitas idéias. A consciência das pessoas viajava para além de seu sistema solar conhecido. Quando retornavam, compartilhavam suas experiências com os outros. Lembrem-se, eram almas altamente evoluídas e conscientes que concentravam sua consciência e eram capazes de se tornar luz e viajar à velocidade da luz. Também optavam por se expressar em forma física, mas apenas numa de vibração altíssima.

CONTINUAÇÃO DO TEXTO

Parte 2

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FONTE DO TEXTO

(http://www.amaluz.com.br). Publicado originariamente na revista Amaluz, que não mais tem sido editada, embora fosse uma ótima publicação. Fazemos votos de que possa renascer, com a mesma qualidade de antes.




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