REVISTA AMALUZ - 43



LEMÚRIA: PARAÍSO
ENCONTRADO E PERDIDO - 2


Salem, a Grande Luz, através de Diandra

(Obs. de E.O.: Dividi o texto em
2 partes, para a INTERNET)

PARTE 2


O JARDIM SAGRADO

Desejamos compartilhar com vocês a parte mais bonita e maravilhosa da consciência de Lemúria — o Jardim Sagrado. Foi o mais idílico paraíso da consciência jamais criado em seu mundo. Nunca se cogitou colocar uma estrutura feita por humanos no Jardim Sagrado. Era o lugar onde caminhavam os deuses, onde as pessoas iam rejuvenescer sua espiritualidade. Também iam lá para ligar sua consciência a toda a existência, sem, contudo, impor a própria consciência àquela união.


Quando se entrava no Jardim Sagrado, entrava-se no silêncio dos próprios pensamentos. Não se perturbava a consciência de nenhuma outra coisa — da vida vegetal, da vida animal, da água, dos pássaros ou de outras pessoas. Entrava-se nos próprios pensamentos e lá se ficava, pois era a comunhão com sua essência de Deus, sua santidade, o Tudo Que Existe. O Jardim Sagrado era extremamente poderoso e belo. As cores faziam parte da consciência da pessoa. A intensidade das cores, o viço, a beleza, a energia e a essência da luz, tudo fluía. Nada poderia se comparar à beleza do Jardim Sagrado, nem sua imaginação mais delirante ou o lugar mais bonito que vocês já viram. Estava além de qualquer coisa de que vocês se lembram em sua consciência presente. Por quê? Porque o Jardim Sagrado era total e inteiramente espiritual.


Se qualquer forma de vida fosse incapaz ou não estivesse disposta a entrar no Jardim Sagrado numa vibração que não fosse a vibração espiritual total, ao redor do jardim aparecia uma parede invisível de energia que não permitia a entrada. A vibração de todos os que entrassem devia apresentar elevada intenção espiritual para a entrada ser permitida. Os Lemurianos passavam um tempo se preparando antes de ir ao Jardim Sagrado, embora fosse uma época muito espiritual de vida em seu planeta. Eles primeiro passavam certo tempo em silêncio, vasculhando seus corações e energia para ver se havia algo menos que espiritual antes de entrarem. O tempo que gastavam dentro de si ia de várias semanas a talvez seis meses ou um ano ou mais. Não se dava simplesmente um passeio ali. Entrava-se no Jardim Sagrado para experimentar a forma mais elevada de espiritualidade física que este planeta já conheceu.

A ASSEMBLÉIA REGENTE E O REI

A estrutura de governo ficava alojada num único edifício. Porém, não merecia muita atenção, pois não havia leis. O edifício abrigava um corpo de pessoas escolhidas nas várias comunidades, que literalmente abdicavam de sua liberdade individual para servir as pessoas. Este corpo era denominado Assembléia.


Sempre havia almas altamente evoluídas dedicadas à preservação ao modo de vida em Lemúria. Esse corpo foi criado mais para organizar assuntos e eventos da comunidade. Dentre os integrantes da Assembléia, todo o povo escolhia uma alma para ser regente ou rei. Uma consciência sagrada era continuamente concentrada pela população sobre seu rei divino escolhido. Parece que em algum canto da alma humana existe a necessidade de um deus físico ou tangível. Deseja-se uma forma singular da qual se diz: "Este é o Ser Supremo que atende todas as minhas necessidades." Assim, este papel foi dado a esse regente único.


Toda gente diariamente enviava pensamentos puros e belos ao seu regente carinhoso com intenção de manter as qualidades Lemurianas personificadas em seu rei. O rei era um ser nos moldes de uma deidade que normalmente reinava até a morte ou até ir-se embora do planeta.

CICLOS DE VIDA, DOENÇA E TRANSIÇÃO

Ao contrário dos atlantes, os Lemurianos escolheram ter uma duração de vida. Os atlantes não consideravam o envelhecimento algo positivo. Os Lemurianos sentiam haver um ciclo na existência, desse modo, optaram por experimentar todos os ciclos. As crianças nasciam à medida que se faziam uniões entre a população.


Havia escolas em cada comunidade, mas não como vocês pensam a educação hoje. Cada alma deixava uma marca de sua jornada de vida antes de deixar o planeta. As crianças estudavam seus ancestrais ou talvez uma época anterior na qual suas almas tinham visitado Lemúria.


As escolas eram templos redondos ao ar livre, com grandes árvores e belas flores crescendo por toda parte. As crianças aprendiam por meio de osmose em câmaras forradas de cristal. Um mestre sentava-se no meio da estrutura, orientando cada criança. As crianças eram ensinadas enquanto sentissem desejo de aprender. Isso variava bastante, dependendo da idade da alma antes de entrar em Lemúria.


Não eram conhecidas doenças nem enfermidades. A alimentação consistia principalmente de frutas e legumes. Suas bebidas eram feitas principalmente de folhas, como vocês preparam um chá de ervas hoje. A comida não era um gênero de necessidade, mas permitia que a consciência se misturasse. Quando a pessoa segurava ou tocava uma folha, misturava sua consciência com a folha. Não havia nenhum problema em se tornarem um no físico, pois tanto a folha como a pessoa se expandiam em consciência em razão da mistura.


As flores eram respeitadas por sua elevada vibração. Tinham grande beleza, enriquecendo a natureza espiritual de tudo que estivesse em seu campo de energia.


O reino animal era diferente do que existe hoje. Havia fatores de envelhecimento, os animais nasciam e morriam. Mas quando um ser humano ou animal morria, os corpos não se deterioravam na terra, como acontece agora, simplesmente evaporavam. A consciência deles simplesmente já não tinha uma forma física. Eles nada mais tinham que ver com a existência física, então, abandonavam a forma física, fosse animal ou humana. Não havia decadência, nem doença. Não se experienciava nada dessa natureza.


Quando havia a opção de deixar de se concentrar no físico, eram colocadas flores ao redor da forma física. Nenhuma coisa viva morria só, se a pessoa preferisse chamar de morte esta transição. Era uma bela ocasião. Sempre que alguém se decidia pela transição, o fato era sempre anunciado como um acontecimento futuro. Muitas almas, humanas e animais, participavam de uma transição. (Lembrem-se de que estamos nos referindo a consciência e comunicação telepáticas, assim um animal também podia anunciar a data de sua transição.) As flores faziam parte deste acontecimento porque ajudavam o ser a passar a um estado superior de consciência.


Quando os Lemurianos iam embora do planeta, apresentavam um estado mais alto de consciência do que ao chegar. Isto não se dava porque eles tivessem aprendido alguma coisa, e sim porque havia uma espiritualidade muito forte na transição e muito amor e oferendas do ser por parte de todas as formas de vida. A vida ali proporcionava à consciência física uma luz mais bela e vasta do que ela tinha ao chegar em Lemúria tempos atrás, apenas para retornar em outro momento de pensamento.

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(http://www.amaluz.com.br). Publicado originariamente na revista Amaluz, que não mais tem sido editada, embora fosse uma ótima publicação. Fazemos votos de que possa renascer, com a mesma qualidade de antes.




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