REVISTA AMALUZ - 58



INTRODUÇÃO A LECTON TERAPIA - 1


Por Raul Roldan


(Obs. de E.O.: Dividi o texto em
2 partes, para a INTERNET)


PARTE 1


PORQUE FICAMOS DOENTES?
O SISTEMA GLANDULAR

Muitas vezes ficamos impressionados em observar a natureza e o intrincado mecanismo da evolução dos problemas de saúde. À medida que tentamos interpretá-los, vamos descobrindo um universo de fatos que apresentam-se como uma maravilha de forma e movimento, numa seqüência organizada.


Quando ocorre uma perda de células em determinados tecidos, entra em funcionamento um sistema de recomposição do tecido, é a lei da ação e reação, espelhando a lei do equilíbrio.


O organismo está capacitado para dar respostas adequadas a todos os acontecimentos que ocorrem nos espaços extra-corpóreos, inclusive aos efeitos físicos, como a luz, o calor, o frio, os sons, as vibrações.


Quais são os mecanismos destes acontecimentos?


A resposta para o enigma é simples:


Fixando-nos na maravilha do corpo humano, composto de partes distintas, embora interligadas, desde os ossos, que dão sustentação, os tecidos, musculares, nervosos, adiposos e conjuntivo, que lhe dá a forma, as membranas que recobrem os órgãos, verificamos que o sistema glandular, proporciona ao conjunto harmonia de funcionamento.


Portanto, sem o sistema glandular, o corpo seria um conjunto inerte, sem sentir, sem pensar, sem ver, sem ouvir, sem falar, sem frio ou calor, seria um conjunto servindo para o nada.

O conjunto glandular está agrupado em nove tipos, em ordem de valores:


Medula óssea;


Glândulas responsáveis pelo sistema digestivo;


Glândulas responsáveis pelos comandos dos mecanismos do cérebro;


Glândulas responsáveis pelo acionamento do sistema nervoso;


Glândulas responsáveis pelo aparelho reprodutor;


Glândulas responsáveis pelas sensações captadas pelos órgãos do sentido;


Glândulas responsáveis pelo sistema de limpeza e saneamento;


Glândulas responsáveis pelo sistema da defesa do corpo;


Glândulas responsáveis pelo sistema de reposição textural ou tissular (nota de E. O.: tissular = dos tecidos).

Embora tenhamos dividido em nove grupos, devemos ponderar que algumas glândulas podem se enquadrar em mais de um tipo, dada as suas interligações funcionais, pois a sensação de um glândula pode desencadear respostas de outras para que o equilíbrio vital se materialize.


Na prática temos verificado que o equilíbrio vital humano, a partir de certa idade, está carente de efetividade fato que vai se agravando com o correr dos anos, porque uma glândula segrega produtos líquidos com características distintas, possuindo viscosidade e qualidades incomuns à secreção de outras glândulas, e são geradas por mecanismos internos onde intervém reações fisio-químicas.


Na hipótese de ocorrer que uma determinada glândula não possua os suprimentos necessários para desenvolver sua função, não haverá o que produzir, então, gera-se um desequilíbrio funcional no metabolismo que afetará o funcionamento de outras glândulas por não serem solicitadas a dar respostas.


Ocorrendo uma geração inadequada, sob o ponto de vista metabólico, o corpo ao receber esta falta de secreção poderá chegar a estados patológicos graves a curto e médio prazo.

Patologias decorrentes do mau funcionamento ou não funcionamento glandular:


1 – da medula óssea, leva problemas com as características do sangue (leucemia, talassemia, anemia falsiforme), além de outros descontroles;


2 – das glândulas responsáveis pelo aparelho digestivo: leva à má digestão, descontrole gástrico, úlceras gastro-intestinais, hemorróidas, aftas, azia, flatulência, etc.;


3 – das glândulas responsáveis pelo comando do mecanismo do cérebro: leva a progressiva perda da memória, raciocínio lento, respostas inadequadas, epilepsia, tumores cerebrais, perda de equilíbrio, etc;


4 – das glândulas responsáveis pelo acionamento do sistema nervoso; leva às doenças nervosas, esquizofrenia, claustrofobia, ansiedade, pesadelos, surdez, perda da fala, dificuldade na locomoção, ativismo, problemas sexuais, etc.;


5 – das glândulas responsáveis pelo acionamento do sistema muscular: leva a redução de força muscular, cãibras, mal de Parkinson, dores generalizadas, etc.;


6 – das glândulas responsáveis pelo sistema de limpeza e saneamento: leva a artrose, bico-de-papagaio, bursite, cálculos biliares e renais, e depósitos sólidos nos tecidos, especialmente nos musculares, no sangue e no interior das células, etc.;


7 – das glândulas responsáveis pelo sistema de captação de sensações pelos órgãos dos sentidos: leva à insensibilidade ao calor, frio e dor, surdez, perda da fala, perda da audição, problemas com a vista, etc.;


8 – das glândulas responsáveis pelo sistema de defesa do organismo: leva à perda da imunidade, a infecções, permite a instalação de parasitas no sangue e tecidos, alergias, eczemas, asma, bronquite, etc.;


9 – das glândulas responsáveis pelo sistema de reposição tecidular: leva à osteoporose, reumatismo deformante, artritismo( dissolução das cartilagens), problemas com a coluna cervical, dutos sangüíneos, frágeis defeitos na consistência das células da pele e psoríase, etc.

Também ao mau funcionamento das glândulas podemos atribuir a ocorrência de inúmeros estados patológicos, muitos dos quais não bem caracterizados como doenças.


Do exposto conclui-se que a correção dos estados patológicos, não decorrente de agressões externas, poderá ser conseguido através de processos endócrinos pelo estudo e entendimento das necessidades do sistema glandular e ao nosso ver, esse procedimento somente poderá ser conseguido através de:


A – detectar as glândulas inativas ou preguiçosas e ativá-las;


B – assegurar suprimentos alimentares adequados ao sistema glandular para que tenham condições de produzir corretamente as secreções específicas para assim proporcionar atalhos comunicantes;


A1 – Excitar as glândulas para que trabalhem por intermédio dos recursos que a química glandular proporciona, evitando-se na medida do possível a quimioterapia;


A2 – Excitar as glândulas por intermédio de hormônios (muito cuidado);


A3 – Excitar as glândulas por intermédio de vitaminas específicas (muito cuidado);


A4 – Excitar as glândulas por intermédio de exercícios físicos.


Quanto ao item B, devemos deixar bem claro que qualquer conjunto de alimentos obtidos da crosta terrestre é incompleto. Não atendendo, pois às necessidades, isto porque, há milhões de anos chuvas torrenciais caíram sobre a superfície terrestre limitando-a e levando para os mares os sais minerais necessários à alimentação da flora e da fauna.


Em decorrência desta ação geoclimática, os alimentos (folhas, tubérculos, frutos ou grãos) são pobres em suas características alimentares, como também todos os derivados animais que direta ou indiretamente desta flora se alimentam.


Visando esta complementação pesquisas bioquímicas conseguiram da água do mar um concentrado mineral que preenche as necessidades de micro nutrientes do sistema glandular (krill), trata-se de um líquido com mais de cinqüenta elementos químicos, não é remédio, mas sim complemento alimentar necessário, sem contra-indicações.


Como sistema alternativo de equilíbrio orgânico, atualmente pesquisas chegaram à Lecton Terapia.

CONTINUAÇÃO DO TEXTO

Parte 2

ÍNDICE GERAL

Todas as páginas desta seção

FONTE DO TEXTO

(http://www.amaluz.com.br). Publicado originariamente na revista Amaluz, que não mais tem sido editada, embora fosse uma ótima publicação. Fazemos votos de que possa renascer, com a mesma qualidade de antes.




Google
 
Web www.eurooscar.com

www.eurooscar.com - Autor: Euro Oscar - © 2008
Direitos Reservados - Contato: eurooscar@gmail.com


Se veio até aqui por um link externo e não vê o menu fixo à esquerda, clique aqui, para melhor usar e controlar o site.


Página inicial do site