REVISTA AMALUZ - 91



CÁPSULA DO TEMPO
Wingmakers (Fazedores de Asas) - 3

PARTE 5 NESTE SITE
(DA PARTE 5 DA REVISTA)

(Obs. de E.O.: organizei e dividi o texto em
13 partes, para a INTERNET)


CONTINUAÇÃO DA ENTREVISTA
COM O DR. ANDERSON, POR ANNE

Anne: "Por que vocês achavam que era importante ativá-lo onde foi achado "?


Dr. Anderson: "Porque pensávasse que era uma tipo de bússola ou baliza de correção de rumo. Nós não estávamos seguros, mas no laboratório não pudemos determinar nenhum propósito funcional, assim, parecia uma experiência lógica ver como o dispositivo funcionaria na área na qual foi descoberto.


"Esta foi a primeira vez que eu tinha sido convidado para ir ao local. Assim, voltando para minha história, este time de pesquisadores do ACIO entendeu como usar esse dispositivo para localizar a entrada para o interior da parede do canyon, onde a cápsula do tempo estava escondida. O dispositivo, quando ativado, parecia passar ondas de pensamento ou quadros mentais que induzia a pessoa para onde ir. O líder do nosso grupo foi quem segurava o dispositivo e que o ativou fora do local. Então começou a ver quadros que o conduziram imediatamente a uma estrutura parecida com uma caverna, enfiada 20 ou 30 metros dentro de um das cavidades da parede do canyon".

Anne: "Parece um pouco estranho que vocês tenham achado o interior do local usando este artefato que você tinha mencionado antes. . . Isto é, não parece um pouco conveniente demais encontrar esse artefato bem na frente da entrada e então guiá-los para dentro? Já existia uma entrada ou vocês tiveram que dinamitar para entrar "?


Dr. Anderson: "O caminho para o interior estava inteligentemente escondido atrás de uma caverna natural, que por sua vez também estava escondida debaixo de arbustos naturais. A caverna tinha aproximadamente 25 metros de comprimento e conduzia para dentro da parede do canyon. Nós achávamos que era uma habitação índia de algum tipo, que tinha sido há muito tempo abandonada. No fim da caverna havia uma pequena câmara que saia para o lado, e na parte de trás dessa câmara havia uma pedra grande e plana no chão. . . talvez dois metros e meio de largura por dois decímetros de espessura. O dispositivo ou artefato que tinha sido encontrado antes estava emitindo quadros mentais ao nosso líder do grupo, que estava convencido que isso o conduzia para esta pedra plana. Nós tentamos mover a pedra, mas era muito pesada, até mesmo para nós cinco.


"No dia seguinte voltamos para o local com picaretas e marretas, e começamos a tediosa tarefa de quebrar a pedra. . . "

Anne: "Então vocês estavam convencidos que havia algo debaixo da pedra "?


Dr. Anderson: "Nós imaginamos que havia uma razão para o dispositivo enviar uma imagem tão clara para nosso líder sobre essa pedra plana que ficava na parte de trás da caverna natural. Parecia lógico que o dispositivo, se fosse um dispositivo de correção de rumo de algum tipo, poderia estar nos conduzindo a algo que tinha sido projetado para nos ajudar a achar.


"Depois de quase duas horas quebrando a pedra, nós pudemos verificar que realmente havia um túnel debaixo dela. O túnel era em forma de " J " e tinha mais ou menos um metro de diâmetro. Nos alternamos e um de cada vez deslizou pelo o túnel abaixo, e nos deparamos com a entrada da escada em caracol ".

Anne: "Assim todos os cinco estavam dentro dessa. . . dessa escada em caracol olhando em volta com lanternas. O que passou pela cabeça de vocês nesse momento "?


Dr. Anderson: "Todos nós estávamos muito excitados e também um pouco apreensivos. Nós pensamos que iríamos achar um local de ETs, e não imaginávamos que poderia ser um local ativo. . . o que nos fez ficar atentos. O dispositivo, ou artefato, começou a emitir uma freqüência de som que continuou subindo a medida que avançávamos no túnel e quando chegamos na primeira câmara, parou completamente. . . como se seu objetivo fosse apenas nos conduzir até lá.

Anne: "E essa coisa toda tinha sido esculpida na pedra"?


Dr. Anderson: "Era totalmente feito pelo homem. . . ou alienígena. . . e nós percebemos isso no momento que saímos do túnel de passagem. Era como se estivéssemos entrando em um mundo completamente novo. Era totalmente silencioso; o ar era frio, mas não um frio desconfortável. Não havia nenhum sinal de vida, e parecia como se tudo tivesse um propósito. . . um propósito inteligente que nós não víamos a hora de desvendá-lo.


"Era incrível a sensação de entrar e andar em um mundo surrealista. Um mundo que tinha sido criado por algo completamente alienígena. Nós assumimos que era uma construção feita por ETs no momento que saímos do túnel em ' J' ".

Anne: "Mas como vocês perceberam imediatamente que era uma construção artificial, e não um conjunto natural de câmaras ou cavernas "?


Dr. Anderson: "No começo da escada em caracol havia petroglifos trabalhados esculpidos na pedra com tal precisão que nunca havíamos visto antes. Também, o sistema todo do túnel era muito liso, quase polido, para ser uma construção natural. Havia um sentido arquitetônico. . . como se alguém tivesse desenhado com extremo cuidado e com algum objetivo.


"Espantosamente não havia nada no chão. Nem mesmo um seixo ou um grão de areia. Toda superfície estava completamente limpa, lisa, e polida. Havia pó, mas só pó. E algo como uma camada de polímero tinha sido aplicada em cada centímetro quadrado da estrutura, inclusive no teto.


"Quando nós chegamos na primeira câmara, que está a apenas 30 metros da entrada, me recordo claramente de uma sensação de estupefação ou algo semelhante a uma experiência religiosa, eu suponho. Assim que nossas lanternas iluminaram a primeira pintura da câmara, todos ficaram mudos durante um bom tempo.Com todas as lanternas convergindo na direção da pintura, o silêncio era total e ficamos uns 40 segundos boquiabertos dentro daquela estrutura que parecia um túmulo. Eu fui o primeiro a falar, e tudo que disse foi " Isso não é coisa de Navajo ou qualquer outra tribo indígena".

Anne: "Você encontrou todas as câmaras naquele mesmo dia "?


Dr. Anderson: "Sim. Nós fomos de câmara em câmara sentindo como se tivéssemos tropeçado em um museu de história natural alienígena. Você tem que entender que nossa iluminação não era muito boa, pois não esperávamos precisar mais do que simples lanternas. Tenho uma lembrança muito viva de quando vi pela primeira vez as pinturas das câmaras e fiquei boquiaberto. . . hipnotizado pelo anacronismo incrível do lugar. Eu nunca tinha estado em um ambiente tão surrealista. . . era ao mesmo tempo misterioso e encantador".

Anne: "Qual era o tamanho das câmaras e suas respectivas pinturas"?


Dr. Anderson: "As câmaras eram relativamente pequenas. . . aproximadamente quatro metros de diâmetro com teto bastante alto, talvez uns seis metros".

Anne: "Pelas fotografias das pinturas das câmaras que vi, parecem ser bem grandes".


Dr. Anderson: "Sim, elas são grandes e ficam sempre na entrada da câmara. Se você permanecer do lado de fora de uma câmara específica, você não vai conseguir ver a pintura inteira; é muito grande. Você tem que entrar na câmara para ver o quadro inteiro".

Anne: "Quais são os atributos artísticos dessas pinturas, na opinião do Grupo Labirinto"?


Dr. Anderson: "Ninguém, dentro do Grupo Labirinto, se considera um crítico de arte, posso lhe garantir. Acho que é justo dizer isso daquele grupo que viu as pinturas no seu ambiente original — as próprias câmaras — eles acharam que os atributos artísticos estavam na sua atratividade, até mesmo cativantes. Imagino que aqueles que as viram unicamente em fotografias, pensaram que elas eram menos arte e mais uma peça importante em uma obra genial, assim como uma ilustração em um livro infantil".

Anne: "Sem querer mudar de assunto, mas continuo querendo saber como você me escolheu. Eu sei que você disse que foi totalmente por acaso, mas por que você selecionou um jornalista comum para compartilhar esta história? Por que não um cientista ou alguém que pelo menos pudesse fazer perguntas mais sofisticadas? Confesso que me sinto completamente inadequada para entrevistá-lo, principalmente porque nem mesmo sei que perguntas deveria estar fazendo. . . "


Dr. Anderson: "Você está indo muito bem. . . muito bem. Você não deveria se preocupar com as perguntas. Elas são expontâneas e muito perceptivas. E a maioria das pessoas que vai ler essa informação, estará mais interessada nas coisas que você perguntou do que por perguntas que fariam físicos ou pessoas envolvidas com ciência ".

Anne: "Talvez, mas tenho uma sensação incômoda de que se pudesse fazer perguntas científicas, provavelmente você teria mais condições de provar sua história e ganhar mais credibilidade. Começo a achar, que de alguma maneira, torno as coisas difíceis para você ".


Dr. Anderson: "O que exatamente você sente que não está me perguntando"?

Anne: "Acredito que principalmente coisas relacionadas com viagem no tempo e BST. Ontem à noite você falou sobre algumas coisas que quando as li novamente hoje cedo, senti como se eu devesse ter feito perguntas mais profundas. . . "


Dr. Anderson: "Por exemplo. . . "

Anne: "Esse é o problema, eu não sei ".


Dr. Anderson: "Anne, a razão por eu a ter escolhido foi simples. Eu precisava achar alguém que soubesse como acessar os principais meios de comunicação, e ainda fosse relativamente desconhecida. Se eu tivesse escolhido um editor de ciência de um grande jornal, eu teria que responder perguntas mais científicas e não teria condições de falar sobre as implicações culturais, artísticas, e sociais do projeto Ancient Arrow. De minhas seleções ao acaso, eu sabia que você não tinha nenhuma imagem formada para proteger, que sabia como acessar a mídia, e que poderia fazer perguntas que não trairiam sua identidade. Isso é por que nós estamos falando agora. . . e também pelo fato de que você não me considerou um louco ".

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OBSERVAÇÃO DE E.O.

Em verdade são 13 as páginas deste site referentes às entrevistas com o Dr. Anderson, que correspondem às 5 partes disponíveis no site www.amaluz.com.br (as partes 5, 7, 8, 9 e 10).


Por serem longas as transformei em 13, que mesmo assim continuam extensas. Faltam as quatro primeiras partes originais, de acordo com a publicação impressa, bem como a sexta, que não estão disponíveis no site referido, que tem sido a única fonte existente na Internet, em português. Mesmo assim, o texto remanescente é vasto e permite muito bem a compreensão do contexto do tema e a captação das mensagens essenciais, principalmente porque consistem em perguntas e respostas, onde são retomados temas que estavam nas outras páginas ausentes.


Subdividi em 5 páginas este primeiro trecho, que originalmente era a "Parte 5" na revista Amaluz. As páginas que faltam não se acham na INTERNET, em português, até o presente momento. Em inglês, não sei se existem.

ÍNDICE GERAL

Todas as páginas desta seção

FONTE DO TEXTO

(http://www.amaluz.com.br). Publicado originariamente na revista Amaluz, que não mais tem sido editada, embora fosse uma ótima publicação. Fazemos votos de que possa renascer, com a mesma qualidade de antes.




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