Currículo de Palavras Cruzadas
de Euro Oscar, autor deste site

Líder Mundial nos rankings do Google:
Crosswords Master, New Brazilian Author

Comecei, como compositor, aos 14 anos de idade, na famosa seção do jornal "O Estado de São Paulo", no final de 1967. Já em 1968 era considerado um grande talento, recebendo muitos elogios dos mais veteranos e pela correspondência daquele jornal e de várias outras revistas especializadas.

Paralelamente fui colaborando com as melhores revistas, como "A Recreativa", Coquetel e outras, que ja não existem, como 'Esfinge", "Vice-Versa" e "Ah" de Palavras cruzadas.

Por volta de 1969, fui considerado um dos três melhores cruzadistas do Brasil, por um júri convidado por aquela simpática revista, de ampla circulação, da Editora Monterrey, ganhando várias obras literárias da própria editora citada, como prêmios.

Fui-me especializando na técnica de preencher os diagramas, e ao mesmo tempo na difícil arte, ainda mais importante e dominada por pouquíssimos cruzadistas, de colorir as definições, variá-las, recriá-las, dosando as dificuldades, a variância de acepções, buscando os duplos ou triplos sentidos, conseguindo compor verdadeiras "sinfonias" em forma de cruzadas, tornando muito mais agradável, interessante e instrutivo o trabalho do decifrador. E fui me esforçando, cada vez mais.

Certa vez, não me lembro se aos 16 ou aos 17 anos de idade, toca a campainha de casa o diretor de "A Recreativa", na época tida, com mérito e justiça, como a melhor revista, a mais técnica e inteligente, e da qual eu já era destacado colaborador. Fora convidar-me, e me expôs que ele vinha analisando as obras de dezenas dos mais renomados compositores da conceituadíssima seção do jornal mencionado, e achava que eu era o mais talentoso e afeito ao espírito criativo e inovador das suas revistas, com uma pitada a mais de criatividade e inteligência nas definições, recompondo as definições dos dicionários, de forma livre, formando assim muitas "chaves livres". Além da necessária versatilidade em formar os complexos diagramas das palavras cruzadas daquela revista, o que exige muita técnica e também domínio do idioma e de conhecimentos gerais.

Depois da grande euforia inicial senti o grau de responsabilidade, e quis uma remuneração compatível. O supervisor da publicação afirmava ter bons planos para mim, mas que eu precisava ir devagar, ter paciência. Estive diversas vezes na sua mansão, na rua São Benedito, no bairro do Brooklin, na capital paulista, onde também tinha o seu escritório particular, para preparar as revistas. Ele tinha uns dicionários manuscritos, compilados por ele mesmo, por exemplo com centenas de palavras de até seis letras. Tentei negociar a questão das cifras para o que eu achava o mínimo razoável, para um trabalho tão difícil e de tamanha responsabilidade, e até por questão de amor próprio. Fiquei menos de dois meses e pedi que fizesse a gentileza de procurar outro cruzadista.

Continuei colaborando com as ótimas revistas dele, e paralelamente ganhando muitos concursos no "Estadão", com trabalhos que muitas vezes foram considerados como "fora-de-série" pelos outros talentosos cruzadistas.

Fui, virtualmente, campeão brasileiro de palavras cruzadas, como compositor, aos 18 anos de idade, no "Primeiro Campeonato Brasileiro de Palavras Cruzadas, promovido pela extinta revista "Palavrão", do grupo Bondinho, da qual participava a sra. Juncker Rivellino. Ganhei a primeira e única etapa, contra campeões de todo o Brasil. E o meu diagrama para a segunda etapa, cujo resultado não chegou a ser publicado, estava muitíssimo melhor que o que vencera a primeira fase. E eu já preparara o terceiro também, logo depois que a publicação chegou às bancas, pois eu ia avidamente ver as eventuais novidades, com entusiasmo, no jornaleiro, a cada dia.

Triunfei em muitos concursos e torneios mensais e bimestrais, tanto de palavras cruzadas como de charadas, como compositor e como decifrador, principalmente no jornal "O Estado de São Paulo", desde 1969 até que a seção deixou de ser aberta ao público, no início dos anos 80.

Tive a honra de disputar (prefiro o termo "compartilhar") com nomes dos mais ilustres, em nível nacional, alguns conhecidos internacionalmente, e foi entre esses autênticos ases do cruzadismo que consegui bater alguns recordes brasileiros, em diagramas de altíssima complexidade técnica, considerados "impossíveis" de serem feitos. E sem jamais usar computador. Como autodidata, com muita dedicação e estudo, de utempos para cá, aprendi HTML e algumas outras coisas e recursos, como o CSS, contando também com a colaboração de algumas poucas pessoas, a quem esporadicamente indagava sobre questões técnicas. Muito aprendi na própria INTERNET, vasculhando muitos sites, manuais, tutoriais, e também visitando muitas vezes livrarias e bancas de jornais, pedindo autorização para folhear e "dar uma olhada" em revistas e livros técnicos. Às vezes anotava explicações num pedaço de papel ou agenda.

Voltando aos recordes: eles permanecem não igualados há mais de 20 anos. P. ex., 2 esquemas de 9 x 9 com total cruzamento, sem nenhuma barreira e sem usar locuções e diagramas de 11 x 11 linhas com 14 palavras de 11 letras cada, e diversos deles com 13 palavras de 11 letras. Esquemas de 12 x 18 linhas com 16 palavras longas de 12 letras ou mais, sendo 8 delas no centro, sem barreiras.

Fui-me empenhando, cada vez mais, em aprimorar a técnica e a criatividade, a improvisação, criei técnicas novas, virtuosísticas, usando até álgebra. E participei igualmente com heterônimos, cada qual com um estilo próprio de composição de charadas: Mandrake e Ígor Stravinski. As minhas composições continham às vezes 4, 5 ou até mais níveis adicionais, concatenados, de complexidade e isso geralmente provocava perplexidade nos outros charadistas e cruzadistas.

Tomei conta da seção de alguns jornais de bairro, onde eu também escrevia sobre atualidades e esportes, além das cruzadas e charadas. Por timidez nunca procurei as grandes revistas e jornais, depois daquela experiência inicial. A não ser de passagem, muito tempo depois, mas de tão confiante nas minhas possibilidades eu nem levava currículo nem referências, e me parece que foi isso o que faltou.

No momento continuo dando mais ênfase à técnica de definir, explicar, sugerir, usando um know-how especial, o qual pode ser sentido e avaliado no resultado final de cada trabalho, que incorpora riqueza tanto cruzadística quanto charadística e enigmística. Porém esse é um trabalho que demanda tempo, e tenho dado mais ênfase em tornar este site o mais abrangente e útil, ao maior número possível de pessoas. Aliás, foi essa preocupação que me levou a divulgar por cinco anos, nos ônibus da Grande São Paulo, centenas de novidades da saúde e da nutrição, inclusive com relação ao câncer, com base em descobertas de notáveis médicos.

Desde 2003 até 2013 fui geralmente o primeiro colocado no ranking mundial qualitativo do Google, como autor de crosswords, ou seja, palavras cruzadas, na língua inglesa. Em buscas com diversas palavras-chave. E não domino essa língua, garanto uns 40% ou 50%. Todavia, uso das técnicas e com um bom potencial abstrativo, pois afinal, por volta de 1980 comecei a empregar até álgebra, por incrível que isso pareça, para inovar as técnicas da modalidade, buscando um patamar acima. E sempre com muito esforço e dedicação, da mesma maneira que para elaborar as apostilas, o livro e o site, e contando sempre com os vários e indispensáveis dicionários de inglês ao lado, ainda que alguns venham emprestados.

Este é um resumo do Euro Oscar das cruzadas, charadas e enigmas.

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