QUINTON - 4. SEU PLASMA,
BIOTERAPIA NOVA NA ÉPOCA

(Adaptado por Euro Oscar de texto de Xavier Bouillot
e outras fontes da INTERNET

SEGUIDORES DO TRABALHO DE QUINTON

A grande descoberta de Quinton foi perceber que a constituição da água do mar, onde a vida começou, é a mesma que a do nosso meio interior. Seus trabalhos foram a base de avanços científicos em diversas áreas, com importantes mestres e pesquisadores do século XX: Alexis Carrel (Nobel Prize em Neurophysiology - 1917), Jean Jarricot (Método Marinho 1926), Walter Cannon (lei de homeostasis - 1931), Alfred Pischinger (Sistema de Regulação de Base - 1994). Mediante diversas metodologias, chegaram a conclusões semelhantes: a importância de nosso meio interno, que é um ambiente marinho.


A diferença consiste na concentração no total de sais, que na água do mar se aproxima de 33 g/l enquanto que no nosso sangue e meio interior é de 9 g/l, que corresponde ao "mar original", existente há milhões de anos, onde surgiu a vida biológica no nosso planeta. (Fontes Dde pesquisa: texto de Xavier Bouillot e outras fontes da INTERNET, como p. ex., http://www.chez.com/12lois/coeur/vsp.html, trechos da revista “Le Lien”, de 1990 e livro "O SEGREDO DAS NOSSAS ORIGENS", de André Mahé, /Quinton Brasil, Rio de Janeiro,2002, 170 p.)


Criança antes e depois de tratada
com o plasma de Quinton

TALASSOTERAPIA

(Autor: M.Matheus de Souza DC)

As pessoas de nossa época imaginam ter descoberto, a partir do momento em que tomam conhecimento, o que outros utilizavam muito antes delas...O progresso cientifico, no entanto, é feito de ressurreições constantes...e também de modificações constantes.


O Ministério da Saúde da França, em circular de junho/61 definiu a talassoterapia nos seguintes termos: " Uma aplicação, com fins terapêuticos, das virtudes curativas combinadas da água do mar, ar e clima marítimo."


O ser humano de uma certa forma tem uma necessidade atávica de voltar às origens e procura sob os mais variados pretextos a volta ao mar. Isto pode ser observado no período de ferias quando corre a ele para encontrar alívio, cura...ou simplesmente bem estar e descanso.


O mar possui tesouros terapêuticos apenas imaginados.


No entanto não devemos pensar que a talassoterapia nasceu com os males do mundo moderno. Os nossos antepassados conheciam os maravilhosos benefícios da água do mar, do litoral e dos climas marinhos.



EURÍPEDES, PLATÃO, GREGOS, ROMANOS E EGÍPCIOS

Euripides, há 25 séculos escrevia: "O mar cura as doenças dos homens", indicando que nesta época já haviam penetrado alguns dos seus segredos, ainda que, é claro, isto fosse apenas um dado empírico.


Hipócrates (350 AC.), prescrevia o seu uso externo e interno e, Platão teria sido tratado com sucesso pelos sacerdotes egípcios por meio de banhos quentes de água do mar. Tanto os Gregos como os Romanos conheciam o uso e as virtudes dos banhos com água do mar e iam ao ponto de preconizá-lo para curar varias afecções.


Depois da decadência romana, o olhar que os homens lançaram sobre estas extensões de água salgada, foi durante muito tempo imprimido de desconfiança, desinteresse e mesmo hostilidade.


É apenas no século XVII que um londrino chamado Floyer publica uma tese (1697) intitulada "Digressão sobre o bom uso dos banhos de mar quentes e frios em Inglaterra" e será preciso esperar ainda uns cinqüenta anos para a primeira obra médica exclusivamente reservada ao mar apareça. Richard Russel, seu autor, faz um estudo sobre os benefícios da água do mar e preconiza o uso tanto externo (sob forma de banhos) como interno (em bebidas) para lutar, por exemplo, contra as perturbações digestivas ou articulares.



HOSPITAL MARINHO, EM 1791, NA INGLATERRA

A Inglaterra decididamente teve a liderança da matéria por muito tempo e funda em 1791, o seu primeiro "hospital marinho" sob o impulso do doutor John Lathan. Ai são tratadas toda a espécie de afeções, entre outras, reumatismo, anemia e certas doenças infecciosas.


Os alemães, por sua vez, abrem vários estabelecimentos marinhos no principio do século XIX e, desde então, esta terapia particular não parou de se desenvolver neste pais que chegou a ser o mais bem equipado, tanto sobre as margens do mar do Norte como do Báltico.


Em 1778 surge o primeiro instituto de talassoterapia francês em Dieppe, seguido de Bolonha, Le Croisie, Berck e por fim Roscoff (1899) fundado por Louis Bagot.


O século XIX, apesar de dificuldades técnicas muito importantes, foi o período mais florescente da talassoterapia.



A IDÉIA CIENTÍFICA

O termo talassoterapia (do grego thalassa = o mar) é um neologismo usado pela primeira vez em 1867 por um médico originário de Arcachon, o doutor Bonnardiere.


Paralelamente a este trabalho, o biologista René Quinton estabelece as bases cientificas das virtudes marinhas e publica em 1904 o seu livro fundamental "A água do mar, meio orgânico."


Estabelece por um lado, a origem marinha das primeiras células animais: por outro a presença deste meio marinho original em toda a linha zoológica. Ele afirma que cada uma das células de um ser vivente, por mais elaboradas que sejam, se banham num meio fisiológico idêntico ao meio marinho.


Assim o plasma sangüíneo dos mamíferos é absolutamente assimilável a água do mar. Comparar o organismo animal a um aquário marinho é uma teoria no mínimo audaciosa que lhe será necessário demonstrar.



(Fontes: http://www.chez.com/12lois/coeur/vsp.html, trechos da revista “Le Lien”, de 1990 e livro "O SEGREDO DAS NOSSAS ORIGENS", de André Mahé, /Quinton Brasil, Rio de Janeiro,2002, 170 p.)

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