TRANSCOMUNICAÇÃO INSTRUMENTAL

Tradução de Else Kohlbach - Editora Civilização Brasileira

LIVRO "TELEFONE PARA O ALÉM", DE FRIEDRICH JÜRGENSON, PARTE 5

Nova experiência de contato científico com o Além, dentro dos recursos atuais da era tecnológica.

CAPÍTULO 9

MEU GRAVADOR TRANSFORMOU-SE EM RADIORRECEPTOR. UMA SURPRESA NATALINA. QUEM SOPROU AÍ?

CERTA NOITE, justamente no momento em que eu ligava o gravador, entrou no meu estúdio um amigo americano, Freddie T. Ao avistar a fita rotante, baixou a cabeça em sinal de aprovação, meio divertido e meio cético, e disse sorrindo: "Eu sou Tomé..." Logo em seguida, uma voz masculina acrescentou em sueco: "Tu estás blasonando..."


Como se vê, as vozes se manisfetaram logo na primeira noite. Antes de todas as outras, reconheci aquela voz feminina incansável, com sotaque alemão, que há dois anos, pelas freqüências sonoras mais diferentes, esforçava-se para falar comigo. Agora, que sua voz soava na fita, pude reconhecer claramente aquela suave e expressiva entonação, que revelava um sentimento cálido e intenso.

Nos dias subseqüentes começou a ocorrer um novo fenômeno. Muitas vezes, durante a gravação, a fita magnética captava, repentinamente, transmissões de emissoras de rádio. Eu mantinha o microfone sempre no mesmo lugar no estúdio, e o nosso rádio, que ficava na sala de estar, era desligado durante a gravação.


A maioria das irradiações assim gravadas era de emissoras suecas, mas de vez em quando, surgiam partes de programas de emissoras estrangeiras, não raro com considerável volume de som.


O que me parecia estranho era que, antes que a irradiação de uma emissora fosse captada pelo gravador, percebia-se quase sempre um tom de intercalação e um som ruidoso, que dava a impressão de que alguém estava constantemente a mexer no volume de som.

Uma noite, estava novamente sentado diante do gravador e já ligara o aparelho, desejando no íntimo que, em vez das inexpressivas irradiações radiofônicas, meus amigos desconhecidos fizessem audíveis suas próprias vozes. Mal projetei esse pensamento, um tenor começou a cantar muito alto e rapidamente em alemão e inglês: Hör our voice! (Ouça a nossa voz!)


Depois de compreender finalmente que o motivo de todos os equívocos até então surgidos partia de mim mesmo, senti voltar o equilíbrio espiritual e a alegria para o trabalho.


Decidi "convidar", com um afeto muito cordial, os meus amigos invisíveis para a festa de Natal, e com essa intenção, coloquei uma nova fita no gravador. Deixei rodar o aparelho acoplado ao microfone para que se iniciasse a gravação, mesmo durante nossas conversas na roda familiar.

Já o resultado da primeira gravação era extraordinariamente interessante. Logo no princípio, ouviam-se claramente várias vozes, que falavam simultaneamente em sueco e alemão. Nem faltavam expressões jocosas. Uma voz de mulher se destacava particularmente clara; ela falava em sueco, com pronunciado acento francês.


No dia seguinte, repassava a gravação, como de costume, com rotação mais lenta, quando então descobri um estranho fenômeno de som: juntamente com a minha voz grave de baixo, fez-se ouvir um sussurro bem nítido.


Com a maior surpresa, reconheci aquela incansável voz de mulher, que agora me chamava freqüentemente pelo nome e proferia com intensidade a palavra hilf (ajude). Essa voz também falava simultaneamente alemão e sueco, interpolando, porém, algumas palavras em italiano.

Estranhamente, era o meu prenome que a voz se esforçava em pronunciar nas mais variadas entonações. Por exemplo, dirigia-se a mim chamando Farbrer Pelle (tio Pelle), como meus enteados costumavam me chamar. Com mais freqüência diziam: Friedrich, Friedel, Freddie, Fredrik, Frederico e, finalmente, Friedebus.


Essas variações certamente tinham o propósito de dissipar as minhas dúvidas de que fossem dirigidas diretamente a mim. No dia de Natal ocorreu um fato muito estranho, puramente psicológico, que iria provocar um enorme efeito positivo.


Durante longo tempo, deixara rodar o aparelho, pronto para a gravação. Foi durante a tarde, e eu me encontrava sozinho no estúdio. Estava colocando os fones quando, repentinamente, ouvi um sopro forte, que eu percebia simultaneamente pelos fones auriculares e diretamente do quarto.

O ruído era tão alto que, no início, me assustou violentamente. Depois se apoderou de mim a alegre certeza de que o sopro, indubitavelmente, fora captado pelo microfone. Este som, que se assemelhava à respiração ofegante de um ser humano, repetiu-se duas vezes.


Soava exatamente como se alguém estivesse fazendo exercícios respiratórios, destacando-se a expiração. Percebia-se o total esvaziamento dos pulmões, podendo-se ouvir claramente o som sibilante dos brônquios.


Após a segunda expiração, disse uma voz de homem em alemão: So kalt! (Tão frio!)

Esse fenômeno sonoro foi o primeiro que ouvi, ao mesmo tempo, do exterior -- o estúdio -- e do interior -- através do fone auricular, e que pude gravar na fita. Incontestavelmente, fui bem sucedido. Ao rodar a fita, ouve-se minha entrada no estúdio, meus passos até à mesa e a colocação dos fones. Percebem-se todos esses ruídos perfeitamente, assim como o curioso exercício respiratório e a exclamação so kalt!


Aqui obtive novamente a prova cabal de que não sofria de imaginação, alucinações, ilusões ou quaisquer outras perturbações psíquicas. No íntimo, agradecia àquele amigo desconhecido que me livrou do último vestígio de dúvida e, na mesma noite, resolvi consultar um célebre cientista sueco.


Mas antes de entrar nesse assunto, peço ao leitor um pouco mais de paciência, pois a mesma gravação ocultava ainda duas gratas surpresas que somente percebi quase duas semanas depois. Inicialmente, em parte devido ao meu ímpeto e, em parte, também pela inexperiência, me passou despercebida uma vez, logo no princípio da gravação.

Nos primeiros dias de janeiro, recebi a triste notícia de que meu amigo de infãncia, Boris Sacharow, morrera num desastre de automóvel, em outubro de 1959. Gravemente ferida, sua mulher, ainda em janeiro, se encontrava entre a vida e a morte e, na época, permanecia inconsciente no Hospital de Bayrenter.


Recebera a comunicação da editora alemã que lançara o livro O Grande Segredo, de Boris Sacharow. Este livro, que me fora enviado naquela época, contém muitas fotos de Boris em várias posturas de Yoga. As fotografias fizeram ressurgir as lembranças da infãncia e da adolescência, tomando mais dolorosa a perda do amigo.

Na última página do livro, há duas fotos de Bons praticando exercícios de respiração profunda. Ele está em pé, sorrindo, com o abdome contraído e os pulmões totalmente esvaziados. Ao observar mais de perto essas fotos, lembrei-me repentinamente daquele som sibilante de expiração e resolvi escutar novamente a respectiva fita.


Dessa vez pus-me a ouvir com uma atenção toda especial e logo captei uma suave voz de homem que, com algum esforço, mas perceptivelmente, dizia em alemão: Am Apparat dein Boris! (No aparelho, o teu Boris!) O nome Boris, ele o pronunciou em tom jocoso, prolongando o r.


Portanto, foi o meu leal amigo de infância Boris Sacharow que conseguiu dissipar definitivamente as minhas dúvidas. Voltemos agora àquele 25 de janeiro de 1960, quando, encorajado pelas nítidas gravações das fitas magnéticas, resolvera consultar, por telefone, um célebre cientista sueco.

CAPÍTULO 10

A PRIMEIRA DEMONSTRAÇÃO PÚBLICA. OS INVISÍVEIS SE INTROMETEM NA CONVERSA. ARNE MOSTRA-SE RIGOROSO.

O NOME DO Dr. Björkhem já me era conhecido há muitos anos. Lera algo sobre suas experiências de hipnose profunda. Esse talentoso pesquisador, doutor em filosofia, teologia e medicina, deveria, segundo eu pensava, como psiquiatra e parapsicólogo, conhecer o real significado dos meus contatos. Mas sendo o Dr. Björkhem um homem de renome internacional e bastante ocupado, tive dúvidas de encontrá-lo.


Para surpresa minha, estabeleceu-se entre nós uma conversa telefônica bem positiva. Com esse homem, não se precisava entrar em minúcias para que apreendesse o significado do fato. O Dr. Björkhem prometeu visitar-me na segunda-feira, 28 de dezembro de 1959, na minha residência em Estocolmo.

Além do Dr. Björkhem, resolvi convidar também um jovem amigo e sua mulher. Tratava-se de Arne Weisse, da radiodifusão sueca, com quem realizei em comum várias irradiações. Além deles, estava presente a minha irmã Elly, que veio passar o Natal conosco, assim como a minha cunhada Annica, que eu convidara especialmente.


Às 18 horas em ponto, chegaram os convidados. Depois de um pequeno lanche, fomos para a sala de reuniões, onde conversamos animadamente durante algum tempo. Apesar da boa disposição de todos, podia-se notar que já pairava no ambiente certa tensão.

Pessoalmente, sentia-me inseguro. Sentia-me, por assim dizer, na aflitiva situação de um diretor de teatro que não tinha a mínima idéia se o seu elenco estava ou não disposto a comparecer ao espetáculo programado. Tanto quanto possível, procurei manter-me distante do microfone, conservando-me a maior parte do tempo ao lado do Dr. Björkhem.


Atendendo ao pedido geral, liguei o aparelho para realizar a gravação, durante a qual continuamos a conversar. A gravação se processou diretamente através do microfone, na presença de sete testemunhas e com total iluminação elétrica.

Como relatarei mais adiante, houve numerosas gravações tecnicamente realizadas de modo diferente, mas agora mencionarei apenas o essencial desta primeira "gravação pública". Cerca de 7:30 da noite, liguei o aparelho e exclamei resolutamente Jetzt! (Agora!)


Mais tarde, durante a escuta, verificamos que uma alta voz masculina me antecedera exclamando Poskala!, se bem que nenhum de nós tivesse percebido tal exclamação. Com esse nome de uma pequena localidade sueca começou a nossa gravação.


Quando Peter, nosso filho mais novo, entrou na sala, sua presença foi comentada por uma voz feminina que a ele se dirigiu com um apelido carinhoso. A voz falava em alemão e em sueco, mas notava-se perfeitamente nos dois idiomas o sotaque finlandês. Sua comunicação era de natureza puramente particular, de modo que não há interesse em divulgá-la.

Decorrido algum tempo, ressoou uma voz de homem, que num tom um pouco nasal disse distintamente: tanto partis. Todos nós conversávamos em sueco, e eu acabara de responder à pergunta de minha irmã, dizendo: Monga, monga, o que significa muito, muito. O tanto partis que se segue na fita é uma combinação do italiano tanto e do inglês parties e, aparentemente, constitui a continuação de minha resposta. Mas como nenhum de nós percebera as vozes, continuamos a conversar despreocupadamente.


O que em seguida ocorreu foi extremamente estranho. Uma das senhoras havia dirigido uma pergunta ao Dr. Björkhem, que a ela respondeu com sua calma habitual. Mas na fita percebia-se outra seqüência de voz completamente diferente, embora tivesse como fundo a voz do Dr. Björkhem, mas que, na realidade, não fora pronunciada por ele: "Stackars lilla Björk!" (Coitada pequena bétula!) Isto talvez fosse uma indicação do grave mal cardíaco do Dr. Björkhem, quase imperceptível devido ao seu perfeito autodomínio.

A mesma voz que chamou Peter carinhosamente pelo apelido ainda se fez ouvir algumas vezes e, a certa altura, exclamou alto e nitidamente: Tanner -- Tanner. Como ninguém na sala tivesse escutado essa expressão, houve um espanto geral quando foi ouvida ao rodar-se a fita.


Este claro fenômeno vocal, que aliás soou levemente mecânico, deve ter exercido um efeito surpreendente sobre Arne Weisse, porque, de repente, ele se aproximou do microfone e exigiu, de modo enérgico, que os nossos hóspedes invisíveis se retirassem.


Procurei desviar para o lado humorístico essa ocorrência um tanto desagradável, lembrando-lhe que estávamos ali reunidos justamente para poder ouvir aquelas vozes. Gracejando, acrescentei que seria melhor fôssemos amáveis com os nossos visitantes desconhecidos. Mas, no íntimo, receava que Arne tivesse expulsado o meu "elenco".

Ao prosseguir a gravação, perguntei bem alto o que poderíamos exatamente fazer em favor dos nossos amigos invisíveis e se eles realmente esperavam algo de nossa parte. Annica propôs que ficássemos por alguns instantes em silêncio e, decorridos alguns minutos, rodei esta parte da fita. Então quebrou o silêncio aquela incansável voz de mulher, que sussurrou enfaticamente: "Vós sois humanos!"


Durante algum tempo nada ocorreu que despertasse a nossa atenção. Continuávamos a conversar animadamente num tom de voz bem alto. Eu havia contado ao Arne o caso da "expiração", quando aquela voz, até então desconhecida, dissera: So kalt! (Tão frio!)

Arne apanhou o microfone e perguntou várias vezes com sua voz clara e modulada: Onde está Tanner?


I Sverige (na Suécia), responderam bem baixinho.


"Eu não acredito absolutamente em vocês", acrescentou Arne energicamente, pois decerto não podia ouvir a resposta.


"Vocês nem existem. Podem responder agora, se por acaso for possível dar uma resposta?"


("Nonsens...", respondeu a mesma voz, como foi verificado mais tarde.)


"Onde é tão frio?", perguntou ele. Repetiu várias vezes a pergunta, mas não obteve resposta.

Naturalmente, quase todos sentíamos um visível mal-estar. A insegurança e o temor inato ao desconhecido pareciam manifestar-se em nosso íntimo. Havia uma tensa expectativa.


Mais tarde, quando o Dr. Björkhem e minha cunhada Annica se retiraram, Arne e eu resolvemos fazer outra gravação no meu estúdio. Uma das senhoras presentes --creio que foi a mulher de Arne -- aconselhou que ficássemos em silêncio, enquanto rodasse o gravador.


Estranho foi o resultado dessa experiência. Estávamos os dois sentados, em silêncio. De vez em quando, ouvia-se na fita o bulício abafado da rua. Súbito, uma voz de homem gritou: "Grecola", com clara entonação na primeira sílaba.

Após alguns segundos de silêncio, a mulher de Arne disse com voz trêmula: "Se não tivesse tanto medo, iria agora à cozinha. Mônica, tu vens comigo?" Els Marie deixara o seu filhinho dormindo na cozinha.


O significado de Grecola, só iria sabê-lo três anos mais tarde, por intermédio do Dr. Alf, que me visitara naquela ocasião, em 1963. Grecola era uma espécie de apelido, usado no velho império romano. Era uma expressão latinizada, aplicada a um grego medroso. A melhor tradução talvez fosse: "pequena lebre temerosa".


É oportuno esclarecer aqui que o significado de certas palavras, aparentemente incoerentes, muitas vezes só é apreendido anos depois. Embora algumas palavras e fragmentos de frases pareçam triviais e desconexas, sempre encerram certo sentido e finalidade.


O leitor, decerto, gostaria de saber, por exemplo, o que se queria revelar com as palavras Tanner Tanner. Naquela época, especulamos também inutilmente, sem encontrar uma explicação satisfatória.

Em 1963, visitou-me uma jovem da Suécia central, cujo noivo se suicidara. Em seu desespero, ela estava prestes a imitá-lo. Em casos como este, não adiantam conselhos, tentativas de consolação nem prudentes advertências. Só a sincera solidariedade e a verdadeira compreensão podem ajudar a suavizar a dor da perda e o tormento da solidão.


Mantive com essa jovem várias conversas telefônicas e, certo dia, ela me enviou um livro intitulado O Grande Problema, do sábio inglês Dr. L. Johnson, editado antes da Segunda Guerra Mundial.


A jovem chamava-me a atenção para uma determinada página, onde havia, entre outras, a seguinte comunicação de um morto, obtida por um médium inglês: "Examinem todos os modos de ligação sem fio. Nós (os mortos) estamos nos preparando para alcançar vocês por esse meio. Só depende do comprimento de onda..."

Ao folhear o livro, deparei de repente com o nome de Tanner, ali mencionado duas vezes. Tratava-se de um conhecido médium inglês.


Voltemos agora ao dia 28 de dezembro de 1959, quando Arne e eu realizávamos uma gravação no meu estúdio.


Deixáramos as senhoras -- a mulher de Arne, Els-Marie, Mônica e a minha irmã Elly -- na sala de estar. Então levamos o aparelho para o estúdio, montamos o microfone num canto, fechamos a porta atrás de nós e ligamos o aparelho. Arne caminhava inquieto de um lado para o outro.


Fie, wie kalt! (Xi, que frio!), disse alguém em voz baixa, em alemão, conforme se verificou durante a escuta da fita. Arne continuava a caminhar agitado, pois ninguém havia percebido essa expressão, que fora unicamente captada pela fita magnética.


-- Ao que parece, devia-se falar aqui~ -- disse Arne indeciso -- mas, por outro lado, as vozes também devem descansar um pouco -- acrescentou baixinho.

Nein! (Não), interrompeu -- outra voz somente na fita -- uma voz de homem em alemão.


Nem, am Apparat halten wir... (Não, no aparelho nos mantemos). Aqui a voz passou para o idioma sueco -- vom Morgen bis zum Abond in der Nacht... (desde a manhã até a tardinha dentro da noite...) Então a voz concluiu em alemão: So kalt ist in dir! (Tão frio está dentro de ti!)


A última frase foi dita em voz alta. Sem dúvida, representava a resposta direta à reiterada pergunta de Arne. Esta gravação foi mais tarde examinada por dois peritos em técnica de som, da Escola Superior de Tecnologia de Estocolmo.

No momento oportuno, voltarei ao assunto. A voz que dissera "tão frio está dentro de ti" soava um tanto rouca, lembrando a que gritou, logo no inicio, tanto partis.


Ao escutarem esta gravação, as senhoras mostraram-se muito agitadas. Todas falavam ao mesmo tempo, mas Arne continuava sentado, imerso em seus pensamentos. Como confessou mais tarde, percebera o sentido da resposta. Realmente, sente-se frio por dentro quando se tem medo de algo.

Antes que o pessoal se retirasse, Arne ligou mais uma vez o aparelho. Estávamos sozinhos no estúdio, e eu disse mais ou menos o seguinte:


-- Nós, homens, somos assim... Enquanto não percebermos que existe outro plano de existência, nenhuma prova nos convence...


-- Mas, Friedel -- interrompeu-me Arne -- eu creio sim...


Gör Ni? (Crê mesmo?), interveio a voz em sueco, num tom divertido.


Assim terminou a noite de experiências realizadas em 28 de dezembro.

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FONTE DO TEXTO

http://www.transcomunicacao.com



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